Unmasked Brains – Machina

Post feito por Thalles Magno

Residindo no Rio de Janeiro e tendo iniciado atividades em 1993 com membros remanescente de um antigo grupo de Hardcore, que combina elementos de Heavy e Thrash Metal, o Unmasked Brains apresenta grandes inovações.

Eles trouxeram elementos trazidos do Jazz, buscando assim sua identidade própria e originalidade, unindo-se à diversas influencias de grupos como Slayer, Exodus, Anthrax e outras grandes bandas que são pilares do Thrash Metal. Em 2014, foi lançado o “Machina”, seu primeiro álbum de estúdio, após a demo do retorno de 13 anos “Turning On” em 2013.

A banda buscar a originalidade e aposta em trajes diferentes e inusitados. Em sintonia com o “Machina”, remetem a circuitos e até a lembram o aliem “Ultra T” do desenho Ben 10, seria isso uma coincidência? brincadeiras a parte, a capa é o desfecho de todo o conceito gráfico criado por Jobert Mello, desde o site, arte das camisetas e arte cenográfica para os palcos, sendo ela uma evolução da capa da elogiada demo “Turning On”. Seu conceito se baseia em um ambiente que mistura mecânica, eletrônica, física acústica e biomecânica, com a personificação da “Machina” na figura central. Segundo o guitarrista/vocalista Reinaldo Leal, este conceito “tem muito a ver com nossa formação acadêmica, com nossos interesses comuns.”

Iniciando com “Number’s”, é mostrando um grande potencial e técnica por partes dos músicos, a faixa detém uma sonoridade forte e agitada, que ficou bem elaborada e interessante com seu clipe diferenciado que você deveria assistir. O CD tem uma grande qualidade, além de apresentar um cuidado nas composições com timbres dos instrumentos que foram bem tirados e mixados de forma a um não encobrir o outro.

Outra excelente música é “Máquina”, que foi desenvolvida totalmente em português, tornando-se uma das melhores da banda, segue então uma recomendação: apostar em músicas em língua portuguesa porque eles fazem isso muito bem! É difícil citar uma banda que lembre o som do Unmasked Brains, embora haja influencias claras de alguns grupos já supracitados, eles são muito “inusitados” e bem “diversificados”, com passagens rápidas, progressivas, solos bem desenvolvidos e uma linha de baixo muito bem construída. Recomenda-se o play inteiro e vale a pena ser comprado! faixas como “Controversies of the War”, “Life Has no Meaning” e “Corrupt ” servem mais que suficiente para comprovar isso.

1. Numbers
2. The New Order of Disorder
3. A Máquina
4. Cloistered Life
5. Lost Control
6. Controversies of the War
7. Little God Ivory
8. Life Has no Meaning
9. Corrupt

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