{"id":21867,"date":"2024-04-05T05:16:34","date_gmt":"2024-04-05T05:16:34","guid":{"rendered":"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/?p=21867"},"modified":"2024-04-14T19:15:25","modified_gmt":"2024-04-14T19:15:25","slug":"summer-breeze-brasil-primeira-edicao-historica-aquece-a-ansiedade-para-a-proxima-edicao-no-ultimo-fim-de-semana-de-abril-de-2024","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/?p=21867","title":{"rendered":"Summer Breeze Brasil: Primeira edi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica aquece a ansiedade para a pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o no \u00faltimo fim de semana de abril de 2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-21868\" src=\"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-05-at-1.41.08-AM.jpeg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"712\" srcset=\"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-05-at-1.41.08-AM.jpeg 1080w, http:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-05-at-1.41.08-AM-300x198.jpeg 300w, http:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-05-at-1.41.08-AM-768x506.jpeg 768w, http:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/WhatsApp-Image-2024-04-05-at-1.41.08-AM-1024x675.jpeg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/p>\n<p dir=\"auto\" style=\"text-align: right;\" data-pm-slice=\"1 1 []\"><em>Texto: Filipe e Maria<\/em><\/p>\n<p dir=\"auto\" style=\"text-align: right;\" data-pm-slice=\"1 1 []\"><em>Fotos: Leandro Cherutti e Andr\u00e9 Santos<\/em><\/p>\n<p id=\"d68tr8082\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\" data-pm-slice=\"1 1 []\">O Summer Breeze Open Air \u00e9 um dos festivais de rock e metal maiores e mais populares da Europa, atraindo milhares de f\u00e3s de todo o mundo todos os anos o festival acontece desde 1997 na cidade de Dinkelsb\u00fchl, na Baviera, Alemanha. Em 2023 esse grandioso festival pousou em terras tupiniquins, mais precisamente em Sao Paulo &#8211; Brasil, o Lugar escolhido para tal evento foi o Memorial da America Latina, na Barra Funda.<\/p>\n<p id=\"pwhe461\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">O festival \u00e9 conhecido por sua atmosfera descontra\u00edda e amig\u00e1vel, e n\u00e3o foi diferente nestes dois dias que se passaram. Durante dois dias, os visitantes do Summer Breeze Open Air puderam desfrutar de uma variedade de bandas e da experiencia de um festival europeu, desde o metal mais pesado at\u00e9 o rock mais cl\u00e1ssico, apresentados por mais de 100 bandas em quatro palcos diferentes.<\/p>\n<p id=\"jub7i63\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Al\u00e9m da m\u00fasica ao vivo, o festival tamb\u00e9m oferece muitas outras atra\u00e7\u00f5es. No caso do Brasil tivemos uma edi\u00e7\u00e3o especial da Horror Expo &#8211; Exposi\u00e7\u00e3o dedicada ao terror em suas diversas m\u00eddias ,um mini Mercado Medieval al\u00e9m do Tattoo Rock Festival que distribuiu premia\u00e7\u00f5es aos artistas presentes. N\u00e3o podemos deixar de citar mercados de alimentos e bebidas, merchandising e uma experiencia nova para os brasileiros que \u00e9 o Meet &amp; Greet &#8211; dando oportunidade para os f\u00e3s autografarem itens al\u00e9m de poder conversar com os artistas.<\/p>\n<p id=\"0cwqi65\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Por se tratar de um festival de imensa dimens\u00e3o, a planta do festival foi divida em 2 partes, gra\u00e7as ao grande espa\u00e7o plano do Memorial da Am\u00e9rica Latina que fica no meio cidade. O memorial \u00e9 composto por v\u00e1rios edif\u00edcios e monumentos, como a Biblioteca Latino-Americana que para a ocasi\u00e3o cedeu seu espa\u00e7o para a \u00e1rea da imprensa, o Audit\u00f3rio Sim\u00f3n Bol\u00edvar que cedeu seus espa\u00e7o para o Palco &#8220;Waves&#8221; e seu Hall ficou para o Tattoo Rock Festival, o Pavilh\u00e3o da Criatividade Darcy Ribeiro que ficou com o Mercado Medieval e a Horror Expo, e Galeria Marta Traba que cedeu seu espa\u00e7o para o Lounge do evento. Nas \u00e1reas externas, a Pra\u00e7a da Sombra &#8211; area externa do Pavilh\u00e3o de Criatividade, cedeu seu espa\u00e7o para o Palco Sun e a Pra\u00e7a C\u00edvica, &#8211; o maior espa\u00e7o aberto do Memorial, recebeu os palcos Hot e Ice.<\/p>\n<p id=\"8u8gv67\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">\u00c9 conhecido que o memorial \u00e9 dividido pela Av Mario de Andrade, por conta dessa divis\u00e3o a organiza\u00e7\u00e3o tomou para uso a cl\u00e1ssica passarela do Memorial para facilitar o acesso aos palcos e outras atra\u00e7\u00f5es, essa decis\u00e3o dividiu opini\u00f5es, afinal o acesso ficava muito pr\u00f3ximo ao palco Sun, e em momentos como a apresenta\u00e7\u00e3o do Accept no dia 29 e as apresenta\u00e7\u00f5es do Project46, Napalm Death e Stratovarius do dia 30 a transferencia de palcos se tornou algo quase imposs\u00edvel de ser feita. Ai vai a minha sincera sugest\u00e3o para uma eventual volta do Summer Breeze ao Memorial: Colocar a \u00e1rea de pequenas atra\u00e7\u00f5es e alimenta\u00e7\u00e3o na sa\u00edda da passarela, assim, al\u00e9m de descongestionar o respiro entre os palcos se torna mais confort\u00e1vel.<\/p>\n<p id=\"i1hrp73\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\"><strong>PRIMEIRO DIA <\/strong><\/p>\n<p id=\"c89i075\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">O Summer Breeze Open Air estreou seu primeiro dia em um escaldante sol do dia 29 de Abril. Os port\u00f5es se abriram as 10h30 da manh\u00e3, com a primeiras bandas e atividades se iniciando as 11h. No Hot Stage a banda Voodoo Kiss, j\u00e1 conhecida por tem como seu fundador, Achim Ostertag, fundador do \u201cSummer Breeze Festival\u201d, em Abtsgm\u00fcnd, h\u00e1 mais de 20 anos. A banda trouxe um Setlist Tradicional, carrega um elemento que agrada aos velhos f\u00e3s de Metal,e trazendo o som do heavy Metal Alem\u00e3o. Incrivelmente, a banda que tem cerca de 20 anos s\u00f3 foi lan\u00e7ar seu Debut oficialmente em 2022, e foi amplamente aceita pelo p\u00fablico presente na vers\u00e3o brasileira do festival.<\/p>\n<p id=\"y3ptg77\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Enquanto os donos do festival estavam tocando, no outro extremo do festival no Waves Stage tivemos a premier do segundo epis\u00f3dio do document\u00e1rio sobre Andr\u00e9 Matos, dirigido por Anderson Bellini, vale ressaltar que muitos ve\u00edculos de m\u00eddia e imprensa tiveram problemas neste primeiro dia quando o assunto era Waves Stage. Por ser um setor exclusivo&#8221;, foi somente durante o MMA Experience Trio que o erro da organiza\u00e7\u00e3o de barrar a imprensa fora corrigido. Em meio a muita correria, ao 12h os monstros do Benediction adentraram ao palco Ice, e com certeza o show desses monstros era um dos mais esperados do dia &#8211; Com o mais recente \u00e1lbum em m\u00e3os, \u201cScriptures\u201d, o grupo ingl\u00eas Benediction, formado atualmente por Dave Ingram (vocal), Peter Rew e Darren \u2018Daz\u2019 Brookes (guitarras), Dan Bate (baixo, Monument, ex-Omicida) e Giovanni Durst (bateria, Monument, ex-White Wizzard), entregaram um show nost\u00e1lgico, pesado e digno de monstros do death metal da d\u00e9cada de 90. Al\u00e9m de can\u00e7\u00f5es do novo alb\u00fam os caras passaram por sucessos de \u00e1lbuns como Transcend the Rubicon, Subconscious Terror e The Grand Leveller, por mais que seu setlist fosse curto, conseguiu aquecer mais ainda o p\u00fablico presente &#8211; que j\u00e1 estava cozido do calor. Vale ressaltar que Dave exala presen\u00e7a e anima\u00e7\u00e3o, conversando com o p\u00fablico e arriscando at\u00e9 um portugu\u00eas!<\/p>\n<p id=\"lbeli79\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Com o fim da apresenta\u00e7\u00e3o do Benediction, imediatamente no palco ao lado Marc Martel iniciou seu setlist dedicado ao Queen, trazendo a alma do pop\/classic rock ao festival, neste ponto j\u00e1 era poss\u00edvel ver uma pequena multid\u00e3o, afinal Queen \u00e9 Queen, e Marc Martel conseguiu exalar a ess\u00eancia de Freddy Mercury em sua apresenta\u00e7\u00e3o. Cantando sucessos como \u201cTie Your Mother Down\u201d, \u201cHammer to Fall\u201d, \u201cStone Cold Crazy\u201d, &#8220;Radio Gaga&#8221; \u201cCrazy Little Thing Called Love\u201d, \u201cI Want to Break Free\u201d, \u201cBohemian Rhapsody\u201d o cl\u00e1ssico monstruoso &#8220;We Will Rock You&#8221; legada a &#8220;We Are The Champions&#8221;, Marc encerrou sua apresenta\u00e7\u00e3o e fez desde os mais pequeninos at\u00e9 os mais antigos f\u00e3s de Rock cantarem junto.<\/p>\n<p id=\"6vxhu81\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Por volta de 13h15, do outro lado do Memorial, no palco Sun, o Crypta adentrava aos palcos, disputando quase o mesmo hor\u00e1rio que Marc, o quarteto de Death Metal nacional subiu com s\u00e9rios problemas de mesa. Tudo parecia &#8220;menos potente&#8221; e Fernanda demorou para notar a aus\u00eancia de sua voz as caixas externas, mas mesmo com esse problema o p\u00fablico n\u00e3o se sentiu intimidado, agitando e esbanjando energia. Junto de Fernanda, J\u00e9ssica, Luana e Tain\u00e1, n\u00f3s podemos comemorar a acessen\u00e7\u00e3o desse quarteto cada vez mais forte no Brasil e no Mundo. Ao final da apresenta\u00e7\u00e3o Fernanda e banda foram direto ao in\u00e9dito Meet &amp; Greet e puderam assinar e sentir mais intensamente esse carinho dos f\u00e3s para esse grupo que j\u00e1 \u00e9 consideravelmente respeitado no cen\u00e1rio mundial.<\/p>\n<p id=\"gg8mb83\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Logo em seguida ao fim do show do Crypta, as 14h15, o Viper sobe ao palco Ice, motivados por uma grande comemora\u00e7\u00e3o da vida e obra de Andr\u00e9 Matos, a banda trouxe consigo os membros do Shaman al\u00e9m de Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli (ambos do Angra) para tocar can\u00e7\u00f5es que marcaram gera\u00e7\u00f5es pela voz de Andre Matos. Algumas observa\u00e7\u00f5es n\u00e3o podem deixar de ser colocadas, o fato de Pit Passarel demonstrar exaust\u00e3o e letargia em sua apresenta\u00e7\u00e3o preocupa demais e afeta a imers\u00e3o do p\u00fablico, mesmo com Leandro Ca\u00e7oilo se esfor\u00e7ando ao m\u00e1ximo junto de Felipe Machado para manter a integridade das can\u00e7\u00f5es \u00e9 dif\u00edcil ver como Pit est\u00e1 cada vez menos capaz. Na apresenta\u00e7\u00e3o do Shaman e do meio-Angra tivemos momentos em que o som ficava ligeiramente fora de compasso e a confus\u00e3o de dois contrabaixos aliado ao volume alto dos graves no festival deixou certo numero de pessoas um pouco nauseadas. Mas mesmo com esses pequenos por\u00e9ns o show n\u00e3o deixou de ser grandioso e de conquistar ova\u00e7\u00f5es. Al\u00edrio Netto mostrou impec\u00e1vel a ponto de brincar com o fato de Marc Martel ter cantado Queen, afinal Marc hoje faz parte do mesmo grupo que Al\u00edrio tamb\u00e9m foi vocal, o Queen Extravaganza.<\/p>\n<p id=\"olw6885\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Logo ap\u00f3s o fim da apresenta\u00e7\u00e3o em homenagem a Andr\u00e9 Matos no palco Ice, foi a vez de todos correrem para o palco principal, o Hot, para ver o Skid Row &#8211; outra das bandas mais esperadas do dia. O grupo fez um show impressionante, cheio de cl\u00e1ssicos como &#8220;18 and Life&#8221;, South Gone Wild&#8221;, Slave to the Grand&#8221; e e m\u00fasicas do seu novo \u00e1lbum \u201cThe Gang\u2019s All Here\u201d.Liderado pelo vocalista Erik Gr\u00f6nwall ( ex- HEAT) vocal e banda esbanjaram carisma e pot\u00eancia, todas as can\u00e7\u00f5es estavam no seu tom original e Erik n\u00e3o demonstrou se intimidar com isso, causando espanto e impressionando a todos al\u00e9m de mostrar porque \u00e9 considerado por muitos o melhor frontman de sua gera\u00e7\u00e3o no hard rock. Ele ainda teve tempo de dizer que era sua primeira vez no Brasil e ainda soltou um &#8220;Eu te amo Brasil&#8221; al\u00e9m de um &#8220;Filhos da Puta&#8221; &#8211; um jeito rebelde de dizer que somos queridos. Risos.<\/p>\n<p id=\"lday587\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Enquanto Skid Row brilhava no Palco Hot, o palco Sun recebeu o Lord of the Lost, a banda agitou a todos com seu Metal Industrial de performance e visual quase fetichista, cantando sucessos como &#8220;Loreley&#8221; e &#8220;Drag Me To Hell&#8221; o grupo que muitos ali pareciam n\u00e3o conhecer &#8211; e admito que eu tamb\u00e9m n\u00e3o conhecia at\u00e9 ent\u00e3o&#8230; conquistou, com seu brilho especial, os ouvidos de todos, e se voc\u00ea \u00e9 f\u00e3 de Marlyn Manson e Rammstein, esses caras v\u00e3o chamar a sua aten\u00e7\u00e3o e te far\u00e3o bater cabe\u00e7a e dan\u00e7ar insistentemente. Foi o que muitos presentes fizeram ali. Obviamente gra\u00e7as ao hor\u00e1rio quase id\u00eantico ao do headline Skin Row, o grupo n\u00e3o pode mostrar seu som para mais pessoas, mas mesmo assim podemos considerar que Lord of The Lost obteve \u00eaxito em sua performance.<\/p>\n<p id=\"8knzh89\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Ao fim do show do Lord of The Lost, voltamos para mais um empasse &#8211; e infelizmente festivais s\u00e3o assim, voc\u00ea as vezes vai se deparar com duas bandas que voc\u00ea ama no mesmo hor\u00e1rio, e aqui n\u00e3o aconteceram s\u00f3 uma vez, mas sim varias. No caso a disputa ficou entre Sepultura e Perturbator, enquanto o Sepultura ficou com o palco Ice as 16h20, o Perturbator ficou com o palco Sun as 16h45.<\/p>\n<p id=\"pfni591\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">O Sepultura mostrou novamente o porque \u00e9 consagrado, e cada mais seguro da sua \u201cnova\u201d fase. Tocaram sim faixas de \u00e1lbuns cl\u00e1ssicos da banda qual a forma\u00e7\u00e3o atual s\u00f3 Paulo Xisto estava presente, e can\u00e7\u00f5es de seu ultimo \u00e1lbum de in\u00e9ditas &#8211; o Quadra, al\u00e9m de &#8220;Arise&#8221;, e Chaos AD. A abertura de &#8220;Isolation&#8221; j\u00e1 se tornou novo cl\u00e1ssico e destruiu qualquer &#8220;torcer de narizes&#8221; de quem fosse. Mas devo admitir &#8211; eu fui correndo para ver Perturbator &#8211; afinal n\u00e3o \u00e9 todo dia que f\u00e3s de Synth Wave s\u00e3o agraciados com tal presen\u00e7a, a dupla arrebatou um numeroso rebanho de pessoas, mesmo antes do festival acontecer j\u00e1 falavam que iriam para o Summer Breeze ver James Kent e Dylan (Hyard), essa afirma\u00e7\u00e3o se confirmou com o numero de pessoas presentes, o grupo tocou sucessos de \u00e1lbuns como &#8220;Im&#8217;The Night&#8221;, &#8220;Sexualizer&#8221;, &#8220;Dangerous Days&#8221; e o ultimo &#8220;Lustful Sacraments&#8221; &#8211; a apresenta\u00e7\u00e3o foi sucesso tanto que era poss\u00edvel ver rostos famosos que se apresentaram no festival apreciando os mesmos, e mostrou que o Perturbator deve voltar logo ao Brasil pra mais!<\/p>\n<p id=\"lkblr93\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Ao fim do show do Perturbator no Palco Sun, e do Sepultura no palco Ice, o palco Hot recebeu o Lamb of God, outro headline do dia. Com show iniciado as 17h30, o grupo tocou Alto! Para muitos foi um dos melhores shows da data, era poss\u00edvel sentir a bateria vibrar dentro de nossos corpos durante todo set. A presen\u00e7a de palco e voz brutal de Randy Blythe, exalam energia, o Lamb of God trouxe repert\u00f3rio matador com diversas fases da carreira e tamb\u00e9m do seu ultimo trabalho, Omens. Fazendo com que aqueles que estavam cansados de estarem ali desde as 11h, acordarem para &#8220;segunda parte&#8221; do dia, e realmente a sensa\u00e7\u00e3o foi como se o Lamb of God tivesse entrado para renovar as energias dos presentes, e fez com muito \u00eaxito.<\/p>\n<p id=\"9inca95\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Ao chegar do inicio da noite &#8211; por volta das 18h, mais uma daqueles momentos de empasse odiado pelos apreciadores de musica acontece, exatamente no mesmo hor\u00e1rio t\u00ednhamos Stone Temple Pilots e Accept, uma duvida cruel para os f\u00e3s. Mas \u00e9 poss\u00edvel dizer que enquanto o palco Sun ficou pequeno para o Accept, que destruiu tudo mostrando como se faz Heavy Metal. No palco Ice, o Stone Temple Pilots deixou o Memorial parecer microsc\u00f3pico. Enquanto STP apelou com can\u00e7\u00f5es cl\u00e1ssicas como &#8220;Wicked Garden&#8221;, &#8220;Big Bang Baby&#8221;,&#8221;Plush&#8221;, e &#8220;Trippin&#8217; on a Hole in a Paper Heart&#8221; &#8211; esta com direito at\u00e9 a descida de Jeff do palco para cantar e interagir com o p\u00fablico. O Show do Stone Temple Pilots foi en\u00e9rgico e surpreendente, a ultima vez que a banda se apresentou no Brasil foi em 2019, e com a ansiedade e energia do p\u00fablico, parecia que havia d\u00e9cadas que a banda n\u00e3o pisava aqui &#8211; tamanha a euforia de todos. Enquanto isso, o Accept trouxe como motivador o \u00e1lbum \u201cToo Mean to Die\u201d, mas obviamente n\u00e3o deixaram os cl\u00e1ssicos de lado, tocando can\u00e7\u00f5es como &#8220;Restless and Wild&#8221;, &#8220;Midnight Mover&#8221;, &#8220;Losers and Winners&#8221;, a brutal &#8220;Fast As a Shark&#8221;, &#8220;Metal Heart&#8221;e &#8220;Balls To The Wall&#8221; al\u00e9m de seus novos cl\u00e1ssicos como &#8220;Teutonic Terror&#8221; e &#8220;Pandemic&#8221; &#8211; o Encerramento ficou com &#8220;I&#8217;m Rebel&#8221;. A todo momento a impon\u00eancia do som da banda e presen\u00e7a de palco de Wolf Hoffman e companhia s\u00f3 atestaram a majestade que \u00e9 o Accept. Foi poss\u00edvel at\u00e9 ver os rostos conhecidos de bandas como Crypta, Lamb of God e Grave Digger misturados a plateia &#8211; tamanha \u00e9 a legi\u00e3o de amigos e f\u00e3s que a banda carrega.<\/p>\n<p id=\"jc6io97\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">O encerramento da noite ficou por conta dos monstros do Blind Guardian no palco Hot, e logo depois no exclusivo Waves o Apocalyptica. A banda que encerrou as atividades do Hot Stage &#8211; Blind Guardian ap\u00f3s longos oito anos volta em grande estilo ao Brasil, a propor\u00e7\u00e3o \u00e9pica do show \u00e9 indescrit\u00edvel. O p\u00fablico estava euf\u00f3rico, afinal est\u00e1 seria uma das bandas mais esperadas do evento. O Blind Guardian foi recebido de bra\u00e7os erguidos e coros dos mais tradicionais headbangers. O frontman Hansi K\u00fcrsch chegou a vender o retorno da banda ao Brasil nos pr\u00f3ximos anos &#8211; afinal ele sabe que seu setlist, mesmo que com 19 can\u00e7\u00f5es, for curto perto do que a banda tem para mostrar para o p\u00fablico brasileiro. A banda passou por faixas como &#8220;NightFall&#8221;,&#8221;\u00c4shes to Ashes&#8221;,&#8221; In The Forest&#8221;e &#8216;The Hobbit&#8221;. Uma das experi\u00eancias mais completas de todo festival at\u00e9 ent\u00e3o.<\/p>\n<p id=\"kj6nh99\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Apesar de muitos terem ido embora ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o do Guardi\u00e3o Cego, a banda que encerrou de vez o dia foi o Apocalyptica, diferente das demais bandas e palcos o apocal\u00edptica pode aproveitar de um espa\u00e7o organizado do audit\u00f3rio para criar um show imersivo de luzes e som, o grupo tocou can\u00e7\u00f5es instrumentais como &#8220;Ashes of The Modern World&#8221;, &#8220;Path&#8221; e avers\u00f5es instrumentais com medley de Sepultura com &#8220;Chaos AD&#8221;, &#8220;Arise&#8221;, &#8220;Refute Resist&#8221; e &#8220;Territory&#8221; em meio ao seu repert\u00f3rio. Al\u00e9m de can\u00e7\u00f5es e vers\u00f5es instrumentais, o grupo tamb\u00e9m executou &#8220;I&#8217;m Not Jesus&#8221; &#8211; can\u00e7\u00e3o com participa\u00e7\u00e3o de Corey Taylor, mas para o festival o representante foi Frank Perez, para a segunda can\u00e7\u00e3o tivemos uma participa\u00e7\u00e3o surpresa de Simone Simons para &#8220;Rise Again&#8221; algo in\u00e9dito at\u00e9 ent\u00e3o mesmo na turn\u00ea do Apocalyptica pela America Latina. Essa surpresa colocou a performance do Apocalyptica em um patamar absurdo! E fazendo desta noite, inesquec\u00edvel.<\/p>\n<p id=\"xmrh2101\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\"><strong>SEGUNDO DIA <\/strong><\/p>\n<p id=\"sla5b103\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Bom, estamos de volta para mais uma bateria de shows desse festival que, com certeza, obteve sucesso em modificar os padr\u00f5es de festivais brasileiros &#8211; o Summer Breeze \u00e9 o primeiro a oferecer experi\u00eancia de Meet &amp; Greet ao p\u00fablico simultaneamente as apresenta\u00e7\u00f5es, algo nunca antes visto no Brasil &#8211; por\u00e9m muito comum em festivais Europeus.<\/p>\n<p id=\"3w55l105\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Neste segundo dia de Summer Breeze Brasil, j\u00e1 come\u00e7amos com uma banda de peso, o Krisiun. A Banda abriu os trabalhos do palco Hot, Alex, Moyses e Max esquentaram o p\u00fablico de forma surpreendente e mais uma vez colocaram a Fabre dos f\u00e3s a prova, afinal neste dia &#8220;mais extremo&#8221; do festival, come\u00e7ar com um setlist matador que come\u00e7ou com &#8220;Swords Into Flesh&#8221; do mais recente trabalho do trio, o Mortem Sollis de 2022, passando por &#8220;Scourge of the Enthroned&#8221; faixa titulo do \u00e1lbum anterior de mesmo nome, e cl\u00e1ssicos como &#8220;Combustion Inferno&#8221; do \u00e1lbum &#8220;Southern Storm&#8221; de 2008, &#8220;Blood of Lions&#8221; do monstruoso Great Execution de 2011 entre outros trabalhos, o Cover de &#8220;Ace of Spades&#8221; tamb\u00e9m j\u00e1 conhecido pelo p\u00fablico ajudou a completar a destrui\u00e7\u00e3o total em plena manh\u00e3 do dia 30 de Abril.<\/p>\n<p id=\"em7dd107\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Enquanto Krisiun destruiu tudo no palco Hot, o palco Sun recebeu o Velvet Chain, mesclando refer\u00eancias do hard rock e rock alternativo, o grupo que surgiu em 2018, e teve os holofotes apontados em 2022, com o \u00e1lbum Icarus, mostrou ao Brasil que sabe o que est\u00e1 fazendo, o quinteto formado por Nils Goldschmidt no contra-baixo e, o vocalista Ro Viper, ambos chilenos, e os irm\u00e3os guitarristas brasileiros Laurent Cassiano e Larry Cassiano, al\u00e9m do baterista norte-americano Jason Hope, exibiram maestria e seguran\u00e7a na apresenta\u00e7\u00e3o, infelizmente naquele momento o p\u00fablico era pouco volumoso, mais isso nao abalou a performance dos caras. Enquanto no palco Hot j\u00e1 conseguimos contar algumas centenas de pessoas o Sun ainda estava em menor contingente. Mas devo admitir que foi uma boa estreia para o Velvet Chains no Brasil!<\/p>\n<p id=\"zy5y6109\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Na sequ\u00eancia, em pleno sol do Meio-Dia o Palco Ice recebeu o Grave Digger. A banda alem\u00e3 mostrou todo seu poder, em turn\u00ea divulgando seu mais recente \u00e1lbum, \u201cSymbol of Eternity\u201d, o grupo tamb\u00e9m n\u00e3o deixou de lado os cl\u00e1ssicos. O grupo, formado atualmente por Chris Boltendahl (vocal), Axel Ritt (guitarra), Jens Becker (baixo e teclados) e Marcus Kniep (bateria) iniciou o show com &#8220;Lawbreaker&#8221; do alb\u00fam de 2017, Healed by Metal, e na sequ\u00eancia, foi a vez da excelente can\u00e7\u00e3o \u201cHell Is My Purgatory\u201d, a qual foi single do disco \u201cSymbol Of Eternity\u201d, lan\u00e7ado no ano passado. O Palco Ice estava j\u00e1 plenamente cheio para ver essas lendas e com certeza teve seus problemas t\u00e9cnicos, principalmente com o audio dos vocalistas, que ocorreram algumas vezes durante o festival, mas nada que tirasse o m\u00e9rito do festival ou da banda em execus\u00e3o. \u201cDia de los Muertos\u201d do \u201cReturn of the Reaper\u201d deu continidade ao set list, seguida de \u201cThe House\u201d do \u201cThe Grave Digger\u201d. Foi somente na sexta faixa que o grupo evocou uma de suas cl\u00e1ssicas, a \u201cThe Dark Sun\u201d do Album Nunes of War de 1996. Al\u00e9m desta, outra can\u00e7\u00e3o do alb\u00fam foi evocada, a cl\u00e1ssica &#8220;Rebellion (The Clans Are Marching)&#8221;, sendo a pen\u00faltima do Setlist. Mas antes dela tivemos &#8220;Excalibur&#8221; faixa que d\u00e1 nome ao \u00e1lbum de 1999, outro cl\u00e1ssico do grupo. Grave DIgger parecia n\u00e3o estar dando a m\u00ednima para o hor\u00e1rio, com um setlist violentamente excitante o grupo encerrou com o petardo de seu primeiro alb\u00fam, a faixa &#8220;Heavy Metal Breakdown&#8221; que colocou a p\u00e1 de cal e deixou o p\u00fablico que j\u00e1 estava em transe hipn\u00f3tico, ainda mais extasiado.<\/p>\n<p id=\"55qre111\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">J\u00e1 do outro lado, no palco Sun, o Project 49 arrastou outra multid\u00e3o. Os Veteranos do underground de S\u00e3o Paulo, fazem um metalcore com toques de death metal, um som moderno e muito influente. Eram 12h30, e mesmo dividindo a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico com o Grave Digger, o Project 46 conseguiu reunir e animar o palco Sun de forma intensa. Para todo lado tinha gente batendo cabe\u00e7a e at\u00e9 Wall of Death. O grupo tocou faixas do \u00e1lbum Tr3s de 2018, Doa a Quem Doer de 2011 e Que Seja Feita a Nossa Vontade de 2014. Encerrando com a faixa &#8220;Acorda Pra Vida&#8221; do album de 2011. Era muito interessante ver o p\u00fablico que ilustrou a apresenta\u00e7\u00e3o do Project 46, Fernanda Lira, vocalista da Crypta estava a todo momento no Pit em frente vendo o grupo, al\u00e9m \u00e9 claro de outros astros que se apresentaram no festival.<\/p>\n<p id=\"ftnup113\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Enquanto as coisas ferviam nos palcos Sun e no Hot, as 12h40, o exclusivo palco\/ teatro Waves recebeu o Bittencourt Project, que executava seu rock fundindo com a m\u00fasica brasileira, m\u00fasica cl\u00e1ssica e outros estilos. Raffael mostrou outro lado do seu som, muito diferente do Angra, misturou elementos e ritmos Brasileiros aliados ao Rock, faixas exc\u00eantricas como &#8220;Delicate My Soul&#8221; e &#8220;Torment of Fate&#8221; estavam presentes. Bittencourt finalizou com a um inusitado meshup de &#8220;Menino da Porteira&#8221; de Sergio Reis e &#8220;War Pigs&#8221; do Black Sabbath, com a presen\u00e7a do ilustre Lucas Lima &#8211; da Fam\u00edlia Lima a banda surpreendendo os presentes tamanha qualidade musical apresentada.<\/p>\n<p id=\"2pxr4115\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Voltando para o lado de fora, mais precisamente no palco Hot, as 13h o novo cl\u00e1ssico do Hard Rock &#8211; o H.E.A.T, assumiu a vez. O quinteto de hard rock mel\u00f3dico da Su\u00e9cia, foi como uma bomba de energia. Com Hits que fizeram o p\u00fablico agitar e cantar, com can\u00e7\u00f5es como \u201cBack to the Rhythm\u201d e \u201cBeg Beg Beg\u201d,esta que serviu de emenda para intera\u00e7\u00e3o de Leckermo com o p\u00fablico. N\u00e3o houve como n\u00e3o se excitar com o groove de \u201cRock Your Body\u201d, e a mel\u00f3dica \u201cDangerous Ground\u201d, o turbilh\u00e3o que \u201cLiving on the Run\u201d causou n\u00e5o pode ser descrito! At\u00e9 na derradeira \u201cA Shot at Redemption\u201d era poss\u00edvel ver f\u00e3s dan\u00e7ando e gritando de tamanha excita\u00e7\u00e3o. O vocalista Kenny Leckremo que voltara \u00e0 forma\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a sa\u00edda de Erik Gr\u00f6nwall que se apresentou com Skid Row no dia anterior, chegou inclusive a dizer&#8221; \u201cEu ficaria aqui o dia todo se deixassem\u201d &#8211; Encantado pela excelente recep\u00e7\u00e3o do p\u00fablico. A Apresenta\u00e7\u00e3o da banda chegou ao fim as 14h05, e logo em seguida as 14h10, o Bury Tomorrow, tomova o palco vizinho, o Ice.<\/p>\n<p id=\"l1cnu117\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">A disputa de p\u00fablico entre Bury Tomorrow e Finntroll foi outro embate, enquanto o Finntroll, banda de Blackened Folk Metal da Finl\u00e2ndia, iniciava os trabalhos no palco Sun as 14h30, o grupo Ingl\u00eas de Metalcore formado em 2006, j\u00e1 colocava a todos para destrui\u00e7\u00e3o vinte minutos antes. O Setlist do Bury Tomorrow tinha peso e brutalidade, iniciando com seu ultimo trabalho a monstruosa &#8220;Boltcutter&#8221; do \u00e1lbum The Seventh Sun de 2023, que nesta apresenta\u00e7\u00e3o foi o foco do grupo, apresentando mais 2 can\u00e7\u00f5es como &#8220;Abandon Us&#8221; e &#8220;Begin Again&#8221;. O grupo j\u00e1 conseguiu abrir uma roda logo na primeira can\u00e7\u00e5o! O vocalista principal, Daniel Winter-Bater, respons\u00e1vel pelos Guturais, dividia a presen\u00e7a Tom Prendergast, que al\u00e9m de tocar teclado e percuss\u00e3o tamb\u00e9m divide os vocais nas partes mel\u00f3dicas das can\u00e7\u00f5es. O grupo, al\u00e9m de tocarem m\u00fasicas de trabalhos anteriores como do \u00e1lbum Black Flame de 2018 sendo duas &#8220;The Age&#8221; e a Faixa que da nome ao \u00e1lbum, &#8220;Earthbound&#8221; \u00e1lbum hom\u00f4nimo de 2016, LIFE um single lan\u00e7ado em 2022, &#8220;Choke&#8221; e &#8220;Cannibal&#8221; do \u00e1lbum de 2020 e DEATH que tamb\u00e9m \u00e9 um single de 2022. O Calor castigava o p\u00fablico que ficou dividido entre a banda e a pr\u00f3xima atra\u00e7\u00e3o, o Kreator. Mas isso n\u00e3o diminuiu o \u00e2nimo dos f\u00e3s em frente ao Palco Ice, Daniel ordenou o tempo todo agita\u00e7\u00e3o e pulou junto ao p\u00fablico. Para os f\u00e3s do g\u00eanero, garanto que foi um show de excel\u00eancia! Aos f\u00e3s ficou a promessa de voltar!<\/p>\n<p id=\"9y1qc119\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Enquanto tudo isso acontecia, no audit\u00f3rio do Memorial da Am\u00e9rica Latina, Palco Waves, o festival trouxe pela primeira vez o grupo lend\u00e1rio de Hard Rock Feminino, o Vixen, que apesar dos problemas que atrasaram o show em cerca de 40 minutos , o grupo trouxe muita energia com os cl\u00e1ssicos da banda. O Vixen apresentou sua forma\u00e7\u00e3o a frontman Lorraine Lewis que assumiu o grupo em 2019, Julia Lage a nova baixista brasileira que \u00e9 um exemplo no cen\u00e1rio da musica nacional, Britt Lightning e Roxy Petrucci a \u00fanica remanescente da forma\u00e7\u00e3o original, que enquanto passavam o som ao lado dos t\u00e9cnicos interagia com os f\u00e3s presentes. Felizmente, o atraso serviu para a possibilidade da chegada de mais pessoas ao audit\u00f3rio, que estava quase cheio quando o show finalmente come\u00e7ou.<\/p>\n<p id=\"6aja3121\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Com um repert\u00f3rio de cl\u00e1ssicos que vao de \u201cRock Me\u201d a \u201cLove Made Me\u201d, o Vixen e fez a alegria dos presentes, que cantavam todas as m\u00fasicas perto do palco. Com uma performance en\u00e9rgica e eletrizante, com carisma e vitalidade invej\u00e1veis o grupo conseguiu deixar marcado essa sua primeira vinda. Com setlist contendo can\u00e7\u00f5es como &#8220;Rev It Up&#8221;, &#8220;Waiting for the Big One&#8221; e &#8220;Falling in and Out of Love&#8221; ambas do Femme Fatale, &#8220;How Much Love&#8221;, &#8220;Cruisin&#8221; entre outras. Podemos citar dois grandes momentos da apresenta\u00e7\u00e5o, o pot-pourri musical com &#8220;Running With The Devil&#8221; do Van Halen e &#8220;I Want You Rock Me&#8221; , &#8220;War Pigs&#8221; do Black Sabbath e &#8220;Still of The Night&#8221; do Whitesnake al\u00e9m de um solo de Jimi Hendrix em &#8220;All Along The Watchtower&#8221; caindo novamente na can\u00e7\u00e3o &#8220;Rock Me&#8221; e a derradeira com o seu maior sucesso &#8220;Edge of a Broken Heart&#8221;, foram talvez os momentos mais intensos de troca de energia de p\u00fablico e banda.<\/p>\n<p id=\"xadd9123\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Esse momento de brincadeira da banda foi algo fenomenal e s\u00f3 mostrou a qualidade dos m\u00fasicos presentes!Seja individualmente ou nos momentos mais coreografados do show, as artistas brilham simplesmente, foi como estar em 1980 novamente. Al\u00e9m do pot-pourri e da derradeira &#8220;Edge of a Broken Heart&#8221;, o grupo tamb\u00e9m tocou can\u00e7\u00f5es como &#8220;Streets in Paradise&#8221;, &#8220;Love Made Me&#8221;, &#8220;Hell Raisers&#8221;. Tudo isso com certeza ficar\u00e1 marcado na mem\u00f3ria do festival, dos f\u00e3s e da carreira do Vixen.<\/p>\n<p id=\"1icwg125\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Enquanto os palcos Waves e Ice estavam fervendo com Vixen e Bury Tomorrow, o Fintroll entregava tudo no palco Sun, a banda finlandesa surpreendia f\u00e3s conhecidos e conquistava novos. O grupo veio pela terceira vez no Brasil, e todas as vezes que vem \u00e9 uma experiencia magnifica, remetendo ao movimento Extremo que ascendeu nos anos 90, existe uma similaridade com bandas como Dimmu Borgir e a Aephanemer que carregam esses elementos mais mel\u00f3dicos e regionais em seu som, abusando de instrumentos t\u00edpicos. Abrindo com &#8220;Att D\u00f6da Med En Sten&#8221; do seu ultimo trabalho Vredesv\u00e4vd de 2020, al\u00e9m dessa outras can\u00e7\u00f5es foram evocadas como &#8220;Ormfolk&#8221; e &#8220;Ylaren&#8221; que carrega gaitas de fole em sua introdu\u00e7\u00e3o inconfund\u00edvel.<\/p>\n<p id=\"9q02s127\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Al\u00e9m do novo \u00e1lbum novo , outras can\u00e7\u00f5es como &#8220;Nedg\u00e5ng&#8221; do \u00e1lbum Ur Jordens Djup de 2007, &#8220;Solsagan&#8221; do \u00e1lbum Nifelvind de 2010 &#8211; uma polka divertidissima em meio a brutalidade do Black Metal inserida no estilo, &#8220;M\u00e4nniskopesten&#8221; e &#8220;Nattf\u00f6dd&#8221; que da nome ao \u00e1lbum lan\u00e7ado em 2004 foram executadas. O repert\u00f3rio ao todo alcan\u00e7ou 11 can\u00e7\u00f5es e conseguiu satisfazer o p\u00fablico mais extremo do festival. O Fintroll acabou por encerrar sua apresenta\u00e7\u00e3o com a can\u00e7\u00e3o &#8220;Midvinterdraken&#8221; do \u00e1lbum &#8220;Blodsvept&#8221;de 2013 e os &#8216;Hellbangers&#8217; mais uma vez ficaram satisfeit\u00edssimos com o inusitado grupo de m\u00fasicos que se apresentaram caracterizados de Trolls , com maquiagens, vestimentas e performance de encher os olhos.<\/p>\n<p id=\"8ip9l129\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">No final da apresenta\u00e7\u00e3o do Fintroll, as 15h30, fomos correndo para ver o Testament, que come\u00e7ara as 15h15 no palco Hot. O grupo que hoje conta com Chuck Billy nos vocais, Eric Peterson na guitarra, Alex Skolnick na guitarra solo, Steve DiGiorgio no contra baixo e o rec\u00e9m-chegado Chris Dovas que assumiu o lugar de Gene Hoglan na bateria fizeram um show a parte. Come\u00e7aram com \u201cRise Up\u201d do \u00e1lbum &#8220;Dark Roots of Thrash&#8221; de 2012, e j\u00e1 destruiu tudo com a presen\u00e7a e a intera\u00e7\u00e3o do p\u00fablico &#8211; \u00e9 at\u00e9 interessante ver o quanto o Testament muda atmosfera do festival, deixando tudo mais brilhante e devastador. Era poss\u00edvel sentir o ch\u00e3o tremer tamanha a energia emanada logo na primeira can\u00e7\u00e3o. Com bastante participa\u00e7\u00e3o do p\u00fablico a todo momento e quase sem esfor\u00e7os Chuck conduziu muito bem todo o show. Passando por cl\u00e1ssicos como &#8220;New Order&#8221;,&#8221;The Preacher&#8221; e &#8220;In To The Pit&#8221; do \u00e1lbum de 1988, &#8220;Over the Wall&#8221; do \u00e1lbum Legacy de 1987, &#8220;D.N.R&#8221; e &#8220;3 Days in Darkness&#8221; do \u00e1lbum &#8220;The Gathering&#8221; de 1999, at\u00e9 faixas recentes e brutais como &#8220;Children of the Next Level&#8221; do \u00e1lbum Titans of Creation de 202. Um show que focou nos cl\u00e1ssicos absolutos do grupo. Chuck estava animado assim como toda banda, e para finalizar a apresenta\u00e7\u00e3o evocou &#8220;Alone in the Dark&#8221; cl\u00e1ssico do primeiro \u00e1lbum da banda, o The Legacy de 1987. A Apresenta\u00e7\u00e3o teve direito a muito moshpit e wall of death, o que foi poss\u00edvel ver em &#8220;The Formation of Damnation&#8221; do \u00e1lbum que carrega o mesmo nome lan\u00e7ado em 2009.<\/p>\n<p id=\"q331e131\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">O fim da apresenta\u00e7\u00e3o do Testament, abriu caminho e oportunidade para o Winnery Dogs subir ao palco Ice as 16h20. O grupo de Jazz, Funk Virtuose Hard Rock integrado por monstros do Rock como Billy Sheeran, Richie Kotzen e Mike Portnoy j\u00e1 come\u00e7ou com excel\u00eancia. O repert\u00f3rio do grupo \u00e9 curto, tendo apenas tr\u00eas \u00e1lbuns de est\u00fadio e um f\u00e3 clube muito pequeno no Brasil, apresentou energia e animou os f\u00e3s mais &#8220;light&#8221; do rock, aqueles que buscam um som mais cl\u00e1ssico e pouco distorcido. Iniciando com &#8220;Gaslight&#8221; e tocando faixas como &#8220;Xanadu&#8221;, &#8220;Stars&#8221; e &#8220;Breakthrough &#8220;, faixas do seu terceiro e mais atual trabalho lan\u00e7ado j\u00e1 em 2023, o grupo tamb\u00e9m passou por &#8220;Captain Love&#8221;,&#8221;Oblivion&#8221; e &#8220;Hot Streak&#8221; faixa que carrega o nome do \u00e1lbum de 2015. Al\u00e9m, \u00e9 claro, de tocar faixas do seu primeiro \u00e1lbum autointitulado como The Other Side&#8221;,&#8221;I&#8217;m No Angel&#8221; e o sucesso &#8220;Desire&#8221; que foi a faixa mais difundida da carreira do grupo. A faixa que encerrou a apresenta\u00e7\u00e3o foi &#8220;Elevate&#8221; &#8211; primeira faixa do primeiro \u00e1lbum do grupo.<\/p>\n<p id=\"uu9uj135\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">No mesmo hor\u00e1rio que Winnery Dogs colocava seu rock solto e bluezeiro pra jogo, tinhamos Simone Simons em um bate-papo sobre mulheres no metal e a vida em geral. A banda Beast In Black, o grupo de power metal moderno, que se apresentou com Nightwish em sua primeira vinda ao Brasil, retornou para promover seu terceiro \u00e1lbum, o \u201cDark Connection\u201d (2021). Formado por Yannis Papadopoulos (vocal), Anton Kabanen e Kasperi Heikkinen (guitarras), Mate Molnar (baixo) e Atte Palokangas (bateria), o grupo emanou energia positiva e arrastou um p\u00fablico jovem para seu espet\u00e1culo. Iniciando com um hit &#8220;Blade Runner&#8221; do j\u00e1 citado Dark Connection de 2021, \u00e1lbum esse contemplado tamb\u00e9m com outras can\u00e7\u00f5es como &#8220;Moonlight Rendezvous&#8221;, &#8220;Hardcore&#8221; e &#8220;One Night In Tokyo&#8221; que entraram no meio do set. O grupo animou a todos tamanho o astral logo primeira m\u00fasica. Por conseguinte foram executadas &#8220;Die by the Blade&#8221; e &#8220;Sweet True Lies&#8221; do \u00e1lbum From Hell with Love de 2019 al\u00e9m destas &#8220;No Surrender&#8221; e &#8220;From Hell With Love&#8221; do mesmo \u00e1lbum foram escolhidas para execu\u00e7\u00e3o. \u00c1lbuns como Berserker nao ficaram de fora, com can\u00e7\u00f5es como &#8220;Born Again&#8221;,&#8221;Blind And Frozen&#8221; e &#8220;End of the World&#8221;- esta inclusive foi a faixa que encerrou a apresenta\u00e7\u00e3o do grupo. O vocalista esbanjava carisma a todo momento durante o show, Yannis Papadopoulos agitava o p\u00fablico com movimentos en\u00e9rgicos e sua voz poderosa. Com 12 can\u00e7\u00f5es, o show teve muito momentos altos, o misto de synthwave com power metal caiu na gra\u00e7a do p\u00fablico brasileiro com folga! Com um setlist arrebatador com certeza f\u00e3s ficaram satisfeitos e novos f\u00e3s se surpreenderam positivamente.<\/p>\n<p id=\"pagnt137\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Voltamos para o Palco Hot, as 17h25. Pouco antes do fim da apresenta\u00e7\u00e3o do Beast In Black, que iria encerrar as 17h30. Com uma das bandas mais esperadas da noite, o Kreator, que trouxe a Turne do alb\u00fam Hate \u00dcber Alles de 2022. O grupo que atualmente conta o fundador do grupo Mille Petrozza no vocal e guitarra, J\u00fcrgen \u201cVentor\u201d Reil na bateria, Sami Yli-Sirni\u00f6 nas guitarras solo e Fr\u00e9d\u00e9ric Leclercq no baixo, o Kreator, um dos pioneiros do thrash metal j\u00e1 criava expectativas hora antes. Ao fim do show do Testament, foi poss\u00edvel ver f\u00e3s ansiosos que j\u00e1 guardavam seu lugar durante o show do Winnery Dogs. E expectativas e ansiedades a parte, o Kreator conseguiu se superar. O Palco trazia elementos cenograficos e pirot\u00e9cnicos muito importantes para uma boa imers\u00e3o, eles conseguiram superar a energia que o Testament horas antes havia emanado. O Iniciar da trilha sonora que abre o novo disco e a invoca\u00e7\u00e3o de &#8220;Hate \u00dcber Alles&#8221; colocaram o Memorial da America Latina em estado cat\u00e1rtico. Mille sempre demonstrando muito conforto e anima\u00e7\u00e3o, durante toda apresenta\u00e7\u00e3o coordenava a plateia com jogos de intera\u00e7\u00e3o e pedindo &#8220;Cicle Pit&#8221;&#8230;s\u00f3 de narrar tais momentos, bate uma vontade estar neste show novamente. Algo absurdamente extasiante! Mille foi generoso conosco nesta apresenta\u00e7\u00e3o, colocando antigos cl\u00e1ssicos como &#8220;Awakening of the Gods&#8221; e &#8220;Pleasure to Kill&#8221; do \u00e1lbum Pleasure to Kill de 1985, &#8220;People of the Lie&#8221; do cl\u00e1ssico Coma of Souls de 1990, &#8220;Phobia&#8221; do \u00e1lbum Outcast de 1997, a violent\u00edssima &#8220;Flag of Hate&#8221; do primeiro EP do grupo, e &#8220;Violent Revolution&#8221; e sua ic\u00f4nica introdu\u00e7\u00e3o, ele tamb\u00e9m colocou novos cl\u00e1ssicos como &#8220;Satan is Real&#8221; do \u00e1lbum Gods of Violence de 2017, &#8220;Enemy Of God&#8221; do hom\u00f4nimo \u00e1lbum de 2004, &#8220;Hordes of Chaos&#8221; faixa que da nome ao \u00e1lbum de 2009. N\u00e3o podemos esquecer da outra faixa do novo album que tamb\u00e9m foi adicionada, &#8220;666&#8221;.<\/p>\n<p id=\"fefko2685\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">O Show terminou com a j\u00e1 citada &#8220;Pleasure to Kill&#8221; colocando todo o Memoria da America Latina em destrui\u00e7\u00e3o! Os moshpits durante toda apresenta\u00e7\u00e3o eram t\u00e3o intensos que conseguiram contaminar at\u00e9 a area reservada! Foi poss\u00edvel ver muitos artistas no pit apreciando o show do Kreator, como os membros do Crypta, Beast In Black, Krisiun, Lamb of God, Lords of The Lost e muitos outros. Foi talvez um dos shows mais memor\u00e1veis do Summer Breeze Brasil. Digo isso com a mais absoluta certeza.<\/p>\n<p id=\"l2aq5141\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">A partir da\u00ed, a grade de shows ficou um caos! Muitas vezes era poss\u00edvel ver pessoas desesperadas para estar em dois lugares ao mesmo tempo. Afinal as pr\u00f3ximas bandas seriam Avantasia e Napalm Death, ambas tocando exatamente no mesmo hor\u00e1rio, as 18h30. No palco Ice, Rapidamente a banda de Tobias Sammet, que j\u00e1 um velho conhecido do publico brasileiro, mostrou um espet\u00e1culo de m\u00e1gia e poder! O in\u00edcio ocorreu com a \u00f3tima \u201cTwisted Mind\u201d, do cl\u00e1ssico \u201cThe Scarecrow\u201d de 2008, outras faixas do mesmo \u00e1lbum a entrar no setlist foi a que d\u00e1 nome ao disco e &#8220;Shelter from the Rain&#8221;, cantada com a participa\u00e7\u00e3o de Ronnie Atkins, que permaneceu no palco para executar &#8220;Book of Shallows&#8221;. Al\u00e9m de Ronnie, Chiara Tricarico do grupo Moonlight Haze entrou para tocar &#8220;Lost in Space&#8221; do mesmo \u00e1lbum. \u201cReach Out For The Light\u201d do \u00e1lbum The Metal Opera pt I de 2001 e &#8220;The Wicked Rule The Night&#8221; do mais recente &#8220;A Paranormal Evening with the Moonflower Society&#8221; foram a segunda e a terceira faixas do setlist , contando com a participa\u00e7\u00e3o de Ralf Scheepers, vocalista renomado que passou por projetos como Phenomena, Gamma Ray Therion e Primal Fear. O \u00e1lbum Moonglow de 2019 n\u00e3o ficou de fora, a can\u00e7\u00e3o &#8220;Book of Shallows&#8221; entrou no setlist como a quinta faixa com Ronnie Atkins ( Pretty Maids) no dueto vocal. Lost in Space de 2008 foi representado pela faixa &#8220;The Story Ain&#8217;t Over&#8221; com Bob Catley no dueto, e &#8220;Dying for an Angel&#8221; do \u00e1lbum The Wicked Symphony de 2010 e &#8220;Avantasia&#8221; do j\u00e1 citado The Metal Opera pt I tiveram a brilhante participa\u00e7\u00e3o de Eric Martin do Mr.Big. Outra can\u00e7\u00e3o do The Metal Opera pt I a ganhar participa\u00e7\u00e3o foi &#8220;Farewell&#8221; que foi executada com Adrienne Cowan do grupo Seven Spires duetando com Tobias Sammet.<\/p>\n<p id=\"vhs24145\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">O Momento mais cat\u00e1rtico e esperado do show, ficou para o final. Em uma imensa re\u00fani\u00e3o de todos os vocalistas subiram ao palco para executar &#8220;Sign of the Cross&#8221; e &#8220;The Seven Angels&#8221; ambas do The Metal Opera pt I e pt II. Ficou definido aqui que o Avantasia \u00e9 uma banda de espet\u00e1culo , uma Opera rock e uma catarse para os f\u00e3s de power metal! Um espet\u00e1culo a parte e definitivamente um belo jeito de encerrar as atividades do palco Ice!<\/p>\n<p id=\"0q2wq147\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">O fim do palco Ice decretou automaticamente a ultima apresenta\u00e7\u00e3o do palco Hot, mas ainda n\u00e3o iremos pra ele! Voltamos para o palco Sun, que na mesma hora do Avantasia o Napalm Death destruia tudo e disputava a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico , o que causou um caos total na passarela entre os palcos Sun e Ice\/Hot. Com um setlist de 20 musicas, que surpreende pelo numero, mas como estamos falando de grindcore.. n\u00e3o surpreende pelo tempo. O grupo iniciou o setlist com Narcussus&#8221; do \u00e1lbum de 2022 Resentment is Always Seismic &#8211; a final throw of Throes, e logo emendou &#8220;Backlash Just Because&#8221; do album Throes of Joy in the Jaws of Defeatism de 2020, outras faixas deste mesmo disco como &#8220;Fuck the Factoid&#8221;, &#8220;Contagion&#8221; e &#8220;Invigorating Clutch&#8221;, &#8220;Amoral&#8221; e a faixa que da nome ao disco tamb\u00e9m foram executadas.<\/p>\n<p id=\"vlqa2149\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Al\u00e9m das mais recentes, foi poss\u00edvel ouvir faixas do meio da carreira do grupo como &#8220;Everyday Pox&#8221; do \u00e1lbum Utilitarian de 2012, &#8220;Smash a Single Digit&#8221; do \u00e1lbum Apex Predator &#8211; Easy Meat de 2015 e &#8220;When All Is Said and Done&#8221; do \u00e1lbum Smear Campaign de 2006 tamb\u00e9m foram tocadas. O grupo n\u00e3o deixou de lado faixas cl\u00e1ssicas como &#8220;Siege of Power&#8221;, &#8220;Dead&#8221;, &#8220;Unchallenged Hate&#8221;, &#8220;Mentally Murdered&#8221; e &#8220;Lucid Fairytale&#8221; do \u00e1lbum From Enslavement to Obliteration de 1988 al\u00e9m de &#8220;Dead&#8221;, &#8220;You Suffer&#8221; ,&#8221;The Kill&#8221; e &#8220;Scum&#8221; do primeiro \u00e1lbum de 1987. &#8220;Suffer the Children&#8221; do \u00e1lbum Harmony Corruption de 1990 tamb\u00e9m esteve presente. Um dos momentos que percebeu-se enorme excita\u00e7\u00e3o foi no Cover \u201cNazi Punks Fuck Off\u201d ( dedicada ao Bolsonaro,momento que falarei, jaja) a can\u00e7\u00e3o do Dead Kennedys foi executada pr\u00f3ximo do final do show, seguida por &#8220;Siege of Power&#8221;, j\u00e1 mencionada aqui e a respons\u00e1vel por encerrar a apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p id=\"1y1pq151\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Apesar do gigantesco setlist, Barney o vocalista do grupo ainda teve tempo de distribuir intera\u00e7\u00f5es e coment\u00e1rios pol\u00edticos e religiosos \u00e1cidos; como uma critica que ele fez a criminaliza\u00e7\u00e3o do aborto e culpando os retr\u00f3grados religiosos majoritariamente homens por, como ele mesmo disse, &#8220;monte de merda&#8221;. E tamb\u00e9m em momentos como em que ele Incitado pela plateia solta um &#8220;Yeah!! Fuck BOLSONARO&#8221; em resposta aos &#8220;Ei Bolsonaro vai tomar no C*&#8221;( Bom, o Bolsonaro j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais presidente..ent\u00e3o..). Al\u00e9m disso, o Moshpit era insanamente intenso e brutal &#8211; como um show de Grind deve ser. Isso com certeza empolgou o frontman, que n\u00e3o parou sequer um segundo. Se jogando para todos os lado e agitando, o cara parecia ter energia infinita!<\/p>\n<p id=\"kmzlt153\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Outro detalhe que marcou muito e gerou coment\u00e1rios da plateia, foi a aus\u00eancia de Shane Embury baixista que est\u00e1 com a banda desde de 1987, deixou muitos da plateia com leve desconfian\u00e7a. Substitu\u00eddo por Matt Sheridan, foi explicado por Barney Greenway pouco antes de iniciar o show , que Shane tinha passado mal e n\u00e3o estava apto a subir no Palco. Melhoras a ele! Esta est\u00e1 longe de ser a melhor apresenta\u00e7\u00e3o do grupo ou da noite, mas n\u00e3o fizeram feio, pelo contr\u00e1rio, deram conta do recado como sempre! Apesar de n\u00e3o ser o maior f\u00e3 da banda, a experiencia de intera\u00e7\u00e3o e observar a loucura que \u00e9 um show desses caras&#8230; \u00e9 com certeza uma experiencia \u00fanica! Algo maravilhosamente intenso que ficar\u00e1 em nossa mem\u00f3ria!<\/p>\n<p id=\"iz5ez155\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Fechando os trabalhos no Hot Stage, o Parkway Drive veio com tudo! Trazendo seu Metal Core moderno que segue a linha de grupos que haviam j\u00e1 se apresentado no mesmo dia como Bury Tomorrow, o Parkway Drive que conta com Winston McCall (vocal), Jeff Ling e Luke \u201cPig\u201d Kilpatrick (guitarras), Jia \u201cPie\u201d O\u2019Connor (baixo) e Ben \u201cGaz\u201d Gordon (bateria) mostrou que s\u00e3o os showmen da nova gera\u00e7\u00e3o. Iniciando o show com a energica &#8220;Glitch&#8221; do \u00e1lbum Darker Still de 2022, o Grupo j\u00e1 arrancou gritos e demonstra\u00e7\u00f5es de excita\u00e7\u00e3o do P\u00fablico &#8211; que a esta hora j\u00e1 estava exausto &#8211; afinal, muitos ali j\u00e1 estavam desde as 11h!<\/p>\n<p id=\"rmlva157\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">As can\u00e7\u00f5es que o grupo apresentou al\u00e9m da primeira j\u00e1 mencionada foram: &#8220;Soul Bleach&#8221; e a faixa que da nome ao \u00e1lbum de 2022, al\u00e9m de &#8220;The Void&#8221;, &#8220;Prey&#8221; e &#8220;Shadow Boxing&#8221; do \u00e1lbum Reverence de 2018. O setlist conto tamb\u00e9m com &#8220;Idols and Anchors&#8221;, &#8220;Carrion&#8221; do \u00e1lbum Horizons de 2007, &#8220;Sleepwalker&#8221; e &#8220;Karma&#8221; do \u00e1lbum Deep Blue de 2010. Passando por &#8220;Dedicated&#8221;, &#8220;Vice Grip&#8221; e &#8220;Bottom Feeder&#8221; do \u00e1lbum Ire de 2015 que preencheram mais ainda o Setlist da apresenta\u00e7\u00e3o , sem contar que o primeiro bis do final da apresenta\u00e7\u00e3o ficou por &#8220;Crushed&#8221; do mesmo \u00e1lbum, enquanto &#8220;Wild Eyes&#8221; do \u00e1lbum Atlas de 2012, fechou com chave de ouro esse espet\u00e1culo que \u00e9 o Show do Parkway Drive.<\/p>\n<p id=\"9ns3n159\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">A todo momento a multid\u00e3o que resistia bravamente, cantou junto e o som estava brutal! Sentia no peito cada batida e cada metralhada que o bumbo da bateria soltava em nosso peito! Em &#8220;Sleepwalker&#8221; o frontman ordenou que o publico pulasse &#8211; assim se fez! Tudo parecia ensaiado tamanha a sinergia do p\u00fablico com a apresenta\u00e7\u00e3o. Um dos momentos mais emocionantes que pude atestar foi justamente no fim da apresenta\u00e7\u00e3o &#8211; onde o p\u00fablico em coro ajudou a cantar a melodia juntamente com a guitarra solo da introdu\u00e7\u00e3o &#8211; parte essa que tamb\u00e9m p\u00f5e fim a can\u00e7\u00e3o. Para os f\u00e3s garanto que deve ter sido um bel\u00edssimo e inesquec\u00edvel momento! Winston McCall \u00e9 definitivamente um excelente frontman e um \u00f3timo condutor!<\/p>\n<p id=\"75b4f161\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Por mais que eu n\u00e3o seja um f\u00e3 do estilo, devo admitir que as apresenta\u00e7\u00f5es de muitos ali surpreenderam positivamente e a do Parkway Drive foi com certeza a mais supreeendete, o uso da Pirotecnia, do bumbo destruidor e a presen\u00e7a de palco elevam a experiencia de qualquer um ao pr\u00f3ximo n\u00edvel. \u00c9 algo hipn\u00f3tico!<\/p>\n<p id=\"z4kio163\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Fechando o festival para maioria do p\u00fablico, afinal o acesso ao Waves Stage era exclusivo e ale s\u00f3 competia agora ao Evergrey que tocaria somente as 22h10, naquela noite, o Stratovarius, banda finlandesa de Power Metal, trouxe outro grandioso espet\u00e1culo! Que diga-se de passagem fez ferver o Sun Stage.<\/p>\n<p id=\"tyzo1165\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">\u00c9 uma pena que duas das mais esperadas bandas do p\u00fablico esteja dividindo o mesmo hor\u00e1rio, mas \u00e9 garantido que o Stratovarios tinha um p\u00fablico mais &#8220;velho&#8221; em sua contempla\u00e7\u00e3o, durante toda apresenta\u00e7\u00e3o foi poss\u00edvel ouvir coment\u00e1rios como &#8220;Nossa! Stratovarios tocando em palco t\u00e3o pequeno!?Deveriam ter colocado no Hot\/Ice&#8221;&#8230;e eu devo concordar! O palco Sun as 20h30 estava como uma lata de sardinha tamanho era o p\u00fablico ansioso pelo show das lendas do Heavy Metal Finlandez , o Stratovarius. Integrada por Timo Kotipelto (vocal), Matias Kupiainen (guitarra), Lauri Porra (baixo), Rolf Pilve (bateria) e Jens Johansson (teclado), o grupo veio com um setlist matador! Iniciando com &#8220;Survive&#8221; do \u00e1lbum de mesmo nome do ano de 2022 a banda devastou o que restava do festival, era poss\u00edvel ver o p\u00fablico cantando junto uma can\u00e7\u00e3o que acabara de sair do forno, tamanha a base de f\u00e3s desses monstros. Seguiu-se ent\u00e3o com can\u00e7\u00f5es como &#8220;Eagleheart&#8221; do \u00e1lbum Elements Pt. 1 de 2003 al\u00e9m de outras como &#8220;Speed of Light&#8221;, &#8220;Stratosphere&#8221;, &#8220;Father Time&#8221; e &#8220;Forever&#8221; do \u00e1lbum Episode de 1996 e &#8220;Paradise&#8221;, &#8220;Holy Light&#8221;, e a magnifica e classica &#8220;Black Diamond&#8221; do \u00e1lbum Visions de 1997. Outras can\u00e7\u00f5es do \u00e1lbum de 2022 foram &#8220;Broken&#8221;, &#8220;World on Fire&#8221; e &#8220;Frozen in Time&#8221; a can\u00e7\u00e3o &#8220;Winter Skies&#8221; do \u00e1lbum Polaris de 2009 tamb\u00e9m fez parte do Set. A musica &#8220;Unbreakable&#8221; foi a \u00fanica do \u00e1lbum Nemesis de 2013 a entrar no setlist, j\u00e1 no bis da apresenta\u00e7\u00e3o e &#8220;Hunting High and Low&#8221; o cl\u00e1ssico marcado da banda presente no \u00e1lbum Infinite de 2000 quando Timo Tolkki era o compositor principal do grupo encerrou a noite de forma magnifica e emocionante!<\/p>\n<p id=\"8n7p1169\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Al\u00e9m das can\u00e7\u00f5es os momentos de Solo de Baixo e Teclado foram um show a parte, Lauri Destruiu tudo ,al\u00e9m de Jens parecer brincar ao executar escalas e links complexo de cair o queixo! Na plateia do show, famosos como Fernanda Lira (Crypta) e Rikard Zander (Evergrey) foram avistados curtindo e mostrando que stratovarius \u00e9 cultuado at\u00e9 mesmo por artistas de outros estilos.<\/p>\n<p id=\"16l8q171\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">O grupo foi uma aposta que se mostrou acertada, definitivamente!O show do Stratovarius um saldo excepcionalmente positivo. E mesmo que apresenta\u00e7\u00f5es em festivais tenham setlist curto, o do Stratovarius mostrou-se completo e nost\u00e1lgico. Um Excelente Show que ficar\u00e1 na mem\u00f3ria de muitos!<\/p>\n<p id=\"mfuw2173\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\"><strong>MAIS DO PALCO WAVES <\/strong><\/p>\n<p id=\"ig0el177\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Muitos j\u00e1 tinham ido embora ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o do Stratovarius, mas as 22h10, a banda que encerrou de vez o festival foi o Evergrey, O audit\u00f3rio estava cheio! E com certeza foi uma surpresa! O grupo de metal progressivo pesado e denso formado por Tom S. Englund, l\u00edder, vocalista, guitarrista e Henrik Danhage (guitarra), Johan Niemann (baixo), Jonas Ekdahl (bateria) al\u00e9m de Rikard Zander (teclado), veio com tudo. Tocando um set de 12 can\u00e7\u00f5es os caras mostraram para o p\u00fablico que estava j\u00e1 em seu 1% de energia que ainda tinha espa\u00e7o pra mais um pouco!<\/p>\n<p id=\"7aowh179\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">&#8220;Distance&#8221; do \u00e1lbum The Storm Within de 2016 foi a respons\u00e1vel por abrir a noite. Mas dentro do Setlist, ficou uma lacuna grande, somente duas faixas pr\u00e9 2010 foram adicionadas sendo, &#8220;A Touch of Blessing&#8221; do \u00e1lbum The Inner Circle de 2004 e &#8220;Recreation Day&#8221; do \u00e1lbum de 2003 de mesmo nome, a serem executadas. Outras faixas como &#8220;Weightless&#8221;, &#8220;A Silent Arc&#8221; do \u00e1lbum The Atlantic de 2019, &#8220;Eternal Nocturnal&#8221; do \u00e1lbum Escape of the Phoenix de 2021, &#8220;King of Errors&#8221; do \u00e1lbum Hymns for the Broken de 2014, &#8220;Call Out the Dark&#8221;, &#8220;Midwinter Calls&#8221; do mais recente \u00e1lbum A Heartless Portrait de 2022 e &#8220;My Allied Ocean&#8221; do \u00e1lbum The Storm Within de 2016 seguiram o Set que preferiu arriscar na mem\u00f3ria mais recente dos f\u00e3s. O bis ficou por &#8220;Where August Mourn&#8221; do j\u00e1 citado \u00e1lbum Escape of the Phoenix e &#8220;Save Us&#8221; do \u00e1lbum de 2022 (A Heartless Portrait). Marcando Assim a ultima can\u00e7\u00e3o da ultima banda a tocar no festival Summer Breezer.<\/p>\n<p id=\"1paih181\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Anterior ao Evergrey, que encerrou o Summer Breeze Brasil 2023, o Waves recebeu o grupo Sinistra e o Eletric Gypsis.<\/p>\n<p id=\"kmuos183\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">O Eletric Gipsy &#8211; Que venceu o concurso New Blood do Festival, se apresentou para o Waves, no hor\u00e1rio das 18h.<\/p>\n<p id=\"56013185\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Com uma performance de alto n\u00edvel, o grupo recebeu elogios da pequena plateia animada du audit\u00f3rio Waves, que pulou e dan\u00e7ou desde o come\u00e7o do show. Formado por Guzz Collins (Voz), Nolas (Guitarra), Pete (Baixo) e Robert Zimmerman (Bateria). E inspirados pela atitude e composi\u00e7\u00f5es dos grandes nomes da m\u00fasica da d\u00e9cada de 70 e 80, apesar de n\u00e3o ser t\u00e3o conhecida pelo p\u00fablico geral, a banda mostrou o motivo pelo qual ganhou o concurso: Seu Profissionalismo e performance!<\/p>\n<p id=\"4an5d187\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Talvez a parte que mais chamou aten\u00e7\u00e3o dos espectadores e colocou o grupo em sinergia a plateia foi o momento de &#8220;Hot For Teacher&#8221; Cover de Van Halen que o grupo inseriu no meio do seu setlist baseado em seu \u00fanico \u00e1lbum &#8220;Electric Gypsy&#8221; de 2021. A banda foi a mais votada do concurso New Blood do Summer Breeze Brasil, evento que provou diversas vezes como existe espa\u00e7o em nosso pa\u00eds para inova\u00e7\u00e3o nas escala\u00e7\u00f5es de rock e metal NACIONAL. Esperamos que as bandas do New Blood, em 2024 possam tocar nos palcos como o Hot\/Ice ou Sun. Afinal, n\u00e3o existe coisa mais dif\u00edcil do que ficar sentado em um audit\u00f3rio quando se toca Rock e Musica Pesada!<\/p>\n<p id=\"sucvq189\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">O Sinistra foi a Pen\u00faltima banda a se apresentar no palco Waves, o grupo, formada pelo guitarrista Edu Ardanuy, o baixista Luis Mariutti, o vocalista Nando Fernandes e o baterista Rafael Rosa, tocou todas as can\u00e7\u00f5es de seu primeiro \u00e1lbum como &#8220;Mente Vazia&#8221;, &#8220;Viver&#8221;, a brutal e destruidora &#8220;Santa inquisi\u00e7\u00e3o&#8221; , al\u00e9m de &#8220;Umbral&#8221;, &#8220;Quem \u00e9 voc\u00ea?&#8221; e &#8220;Nada \u00e9 mais igual&#8221; entre outras. Foi um Show bruto e muito completo! O Vocalista Nando Fernandes \u00e9 um monstro e a similaridade com o trabalho de Heaven and Hell ( banda\/ projeto dos integrantes do Black Sabbath na fase Dio) impressiona positivamente mostrando que o grupo tem chances sim de exportar sua m\u00fasica de forma efetiva!<\/p>\n<p id=\"ecvvw191\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\"><strong>CONCLUS\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p id=\"qs4rl193\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Ap\u00f3s muitas horas contadas, muitos passos contados, bandas ovacionadas&#8230;o saldo que o Summer Breeze nos deixou foi positivissimo! Apesar de m\u00ednimos problemas facilmente corrig\u00edveis, mas tamb\u00e9m muitos acertos, o festival conseguiu deixar a maioria do p\u00fablico muito satisfeitos! Desde quando foi anunciado, o festival prometia um evento \u00e0 altura do festival original europeu, e de forma geral, conseguiu \u00eaxito nesta tarefa.<\/p>\n<p id=\"iwbqk195\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Mesmo assim, o heavy metal e a cultura do rock foram disseminados e explorados com \u00eaxito no festival. O Summer Breeze Brasil se mostrou um potencial &#8220;quebrador de padr\u00f5es&#8221; e alcan\u00e7ou o objetivo! tendo deixado a todos um gostinho de \u2018quero mais\u2019!<\/p>\n<p id=\"crgoe7864\" class=\"MEMRH y1VL3\" dir=\"auto\">Nos vemos a partir de 26 de abril.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto: Filipe e Maria Fotos: Leandro Cherutti e Andr\u00e9 Santos O Summer Breeze Open Air \u00e9 um dos festivais de rock e metal maiores e mais populares da Europa, atraindo milhares de f\u00e3s de todo o mundo todos os anos o festival acontece desde 1997 na cidade de Dinkelsb\u00fchl, na Baviera, Alemanha. 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