{"id":37037,"date":"2026-03-24T00:03:54","date_gmt":"2026-03-24T00:03:54","guid":{"rendered":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/?p=37037"},"modified":"2026-03-24T00:03:56","modified_gmt":"2026-03-24T00:03:56","slug":"celebrando-30-anos-symphony-x-reafirma-sua-grandeza-em-sao-paulo-com-apresentacao-tecnica-e-intensa","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/?p=37037","title":{"rendered":"Celebrando 30 anos, Symphony X reafirma sua grandeza em S\u00e3o Paulo com apresenta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e\u00a0intensa"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><\/h3>\n\n\n\n<p>Algumas bandas desenvolvem uma rela\u00e7\u00e3o especial com o Brasil. Mesmo ap\u00f3s in\u00fameras passagens pelo pa\u00eds, continuam a atrair um p\u00fablico fiel, conquistar novos f\u00e3s e se apresentar em casas cada vez maiores\u200a\u2014\u200aou, no m\u00ednimo, manter o mesmo n\u00edvel de relev\u00e2ncia ao longo dos anos. Entre esses casos est\u00e1 o Symphony X, um dos nomes mais importantes do metal progressivo mundial. Desde a retomada dos eventos presenciais no p\u00f3s-pandemia, o grupo tem inclu\u00eddo o Brasil com frequ\u00eancia em suas turn\u00eas, seja em grandes festivais, como o Monsters of Rock de 2023, ou em apresenta\u00e7\u00f5es solo. No entanto, o conjunto j\u00e1 vem se apresentando por aqui desde a d\u00e9cada de 1990.<\/p>\n\n\n\n<p>Pouco menos de dois anos ap\u00f3s sua \u00faltima passagem, a banda retornou \u00e0 cidade de S\u00e3o Paulo para um show no Tokio Marine Hall\u200a\u2014\u200amesma casa que recebeu suas duas apresenta\u00e7\u00f5es anteriores na capital. Desta vez, o grupo trouxe um repert\u00f3rio especial em celebra\u00e7\u00e3o aos 30 anos de carreira. A excurs\u00e3o, organizada pela Top Link Music, tamb\u00e9m passou por cidades como Curitiba e Rio de Janeiro, al\u00e9m de outras capitais de pa\u00edses da am\u00e9rica latina, incluindo Buenos Aires, Bogot\u00e1, Cidade do M\u00e9xico, Montevid\u00e9u e Santiago.<\/p>\n\n\n\n<p>Para abrir a noite, veio o talentoso guitarrista colombiano-americano Andy Addams, um dos grandes representantes latinos do instrumento na atualidade. Parte do p\u00fablico j\u00e1 estava familiarizada com seu trabalho, especialmente ap\u00f3s sua participa\u00e7\u00e3o no show de Kiko Loureiro e Marty Friedman no ano passado. Com um visual futurista e chamativo\u200a\u2014\u200avestindo uma roupa iluminada por LEDs\u200a\u2014\u200a, Addams e sua banda impressionaram desde os primeiros acordes, combinando t\u00e9cnica apurada, presen\u00e7a de palco e carisma.<\/p>\n\n\n\n<p>Acompanhado pelos m\u00fasicos Elizabeth Schembri (baixo) e Chucho Romus (baixo), o guitarrista apresentou faixas de seu trabalho mais recente, <em>The Eyes of the Moon Pt. 1<\/em>, al\u00e9m de singles como \u201cEverlasting Faith\u201d e \u201cPiedra de Fuego\u201d, marcados por alto n\u00edvel t\u00e9cnico e forte inclina\u00e7\u00e3o \u00e0 experimenta\u00e7\u00e3o instrumental.<\/p>\n\n\n\n<p>Para encerrar a apresenta\u00e7\u00e3o em grande estilo\u200a\u2014\u200arepetindo a f\u00f3rmula de sua \u00faltima passagem pelo Tokio Marine Hall\u200a\u2014\u200a, Addams entregou um mashup instrumental que mesclou \u201cSeparate Ways\u201d, do Journey, \u201cUnder a Glass Moon\u201d, do Dream Theater, al\u00e9m de trechos das aberturas dos animes <em>Os Cavaleiros do Zod\u00edaco<\/em> e <em>Dragon Ball Z<\/em>. Ao deixar o palco, foi surpreendido pelo p\u00fablico, que puxou um coro de \u201cParab\u00e9ns pra voc\u00ea\u201d, j\u00e1 que o m\u00fasico celebrava seu anivers\u00e1rio na data.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s um breve intervalo para ajustes de palco e troca de instrumentos, uma sonora passou a ecoar pelos alto-falantes da casa, enquanto uma anima\u00e7\u00e3o exibindo as capas de todos os lan\u00e7amentos do grupo era exibida no tel\u00e3o. Em seguida, Russell Allen (vocal), Michael Romeo (guitarra), Michael Pinnella (teclado), Jason Rullo (bateria) e Michael LePond (baixo) tomaram o palco e deram in\u00edcio ao set com \u201cOf Sins and Shadows\u201d, do cl\u00e1ssico <em>The Divine Wings of Tragedy<\/em> (1997). A faixa, marcada por peso intenso e passagens que transitam entre o thrash e o metal progressivo, j\u00e1 colocou o p\u00fablico em sintonia, com os m\u00fasicos incentivando participa\u00e7\u00e3o generalizada. Na sequ\u00eancia, \u201cSea of Lies\u201d, tamb\u00e9m do mesmo disco, manteve a intensidade. O baixista Michael LePond avan\u00e7ou \u00e0 frente do palco para executar a poderosa introdu\u00e7\u00e3o da m\u00fasica, que logo evoluiu para riffs velozes e bateria com pedal duplo, levando a plateia a responder em coro. Em contraste, a can\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m apresentou momentos mais cadenciados, evidenciando a habilidade da banda em alternar din\u00e2micas e mudan\u00e7as de tempo com naturalidade. O encerramento ficou por conta de um solo afiado de Michael Romeo, executado com precis\u00e3o impressionante mesmo em alta velocidade. J\u00e1 em \u201cOut of the Ashes\u201d, o guitarrista voltou a se destacar com uma introdu\u00e7\u00e3o baseada em arpejos, refor\u00e7ando o virtuosismo t\u00e9cnico que \u00e9 marca registrada do grupo. A combina\u00e7\u00e3o entre teclados e bases orquestrais pr\u00e9-gravadas conferiu \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o uma atmosfera grandiosa, aproximando-se de elementos da m\u00fasica erudita e revelando influ\u00eancias que ecoam at\u00e9 mesmo em bandas posteriores, como o Versailles.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/800\/1*exBPBgoE3_spxhzPkGMeGQ.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Para encerrar o bloco dedicado ao \u00e1lbum de 1997, a escolhida foi \u201cThe Accolade\u201d, trazendo uma atmosfera mais contemplativa, com forte presen\u00e7a de teclados e refer\u00eancias medievais. Com seus mais de nove minutos de dura\u00e7\u00e3o, a faixa conduziu o p\u00fablico por uma verdadeira jornada sonora.<\/p>\n\n\n\n<p>Na sequ\u00eancia, o repert\u00f3rio avan\u00e7ou para <em>Twilight in Olympus<\/em> com \u201cSmoke and Mirrors\u201d, retomando a agressividade do prog metal com riffs pesados e andamento acelerado. Aqui, os solos de teclado e guitarra se entrela\u00e7aram de forma quase simbi\u00f3tica. Em seguida, \u201cEvolution (The Grand Design)\u201d, do \u00e1lbum <em>V: The New Mythology Suite<\/em>, manteve o peso elevado, com destaque para o riff denso e a bateria de pedal duplo, enquanto Russell Allen conduzia o p\u00fablico como um maestro durante o refr\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda explorando a fase dos anos 2000, \u201cCommunion and the Oracle\u201d trouxe um momento mais mel\u00f3dico e acess\u00edvel, com maior presen\u00e7a de teclados e viol\u00f5es, sem perder o impacto caracter\u00edstico da banda. Ap\u00f3s essa breve desacelera\u00e7\u00e3o, o grupo retomou a intensidade com \u201cInferno (Unleash the Fire)\u201d, de <em>The Odyssey<\/em>, e \u201cNevermore\u201d, do \u00e1lbum <em>Underworld<\/em>, reafirmando o peso e a pot\u00eancia que marcam sua trajet\u00f3ria.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/800\/1*zGPN-Fd8t3xiv1I6LT0MIw.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Ap\u00f3s uma breve pausa, os integrantes retornaram ao palco para o momento do bis. Em uma r\u00e1pida intera\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico, Russell Allen agradeceu o apoio ao longo dos 30 anos de carreira, perguntou quem j\u00e1 havia assistido \u00e0 banda anteriormente e quem estava tendo ali o primeiro contato ao vivo. O vocalista tamb\u00e9m mencionou o Lollapalooza, que acontecia simultaneamente na cidade\u200a\u2014\u200acoment\u00e1rio que foi recebido com vaias imediatas por parte da plateia. Em tom bem-humorado, Allen respondeu: \u201cCom um evento desse tamanho acontecendo e voc\u00eas estarem aqui, isso prova que o heavy metal \u00e9 forte em S\u00e3o Paulo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Na sequ\u00eancia, o Symphony X iniciou o encore com tr\u00eas faixas marcantes de sua trajet\u00f3ria. A balada \u201cWithout You\u201d, do \u00e1lbum <em>Underworld<\/em>, trouxe um momento mais emotivo, enquanto \u201cDehumanized\u201d, de <em>Iconoclast<\/em>, apresentou uma sonoridade mais moderna e agressiva. Encerrando a noite, \u201cSet the World on Fire (The Lie of Lies)\u201d, de <em>Paradise Lost<\/em>, evidenciou toda a complexidade e o virtuosismo t\u00e9cnico do grupo, com cada integrante tendo espa\u00e7o para brilhar.<\/p>\n\n\n\n<p>Por se tratar de uma turn\u00ea comemorativa de 30 anos, era esperado um passeio mais abrangente por toda a discografia. No entanto, \u00e1lbuns como <em>Symphony X<\/em> (1994) e <em>The Damnation Game<\/em> (1995) acabaram ficando de fora do repert\u00f3rio, enquanto <em>The Divine Wings of Tragedy<\/em> recebeu aten\u00e7\u00e3o mais concentrada. Ainda assim, o Symphony X demonstrou, mais uma vez, um n\u00edvel de profissionalismo \u00edmpar dentro do prog metal. Do outro lado, o p\u00fablico respondeu \u00e0 altura, cantando em un\u00edssono m\u00fasicas de diferentes fases da carreira com entusiasmo constante\u200a\u2014\u200auma prova clara de que a banda segue mais do que bem-vinda em solo paulistano.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Fotos: Anderson Hildebrando<\/h4>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/600\/1*yGQDRXL2UcqBc2ya47r7ZQ.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/400\/1*8_3cBSgZd51geQo5QDoLQQ.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/400\/1*BVMYpgBCrpHyslRLOUwKYw.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/400\/1*izmSx_ArOHE2mIj8lui1VQ.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/400\/1*-bpj_PMSPXHroMflD97gPA.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/600\/1*odbIeH68-7pH74voDdOP3w.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/400\/1*zGPN-Fd8t3xiv1I6LT0MIw.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/400\/1*YGBZYvNwNIrF849udcsCgQ.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/400\/1*qzMjWo8vXpuFF-DssA0WYQ.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/400\/1*exBPBgoE3_spxhzPkGMeGQ.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/600\/1*rCMQKXyk8Du42dci8lZWjw.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/400\/1*TFPoKf19oDZj7EiskkryoA.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/400\/1*gsqbaqPqB_aPrp6nAMIQ2w.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/400\/1*MXTseeXjNA-h5UrmF-HadA.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/600\/1*oHPYIxFGAJNhwkbiuVySSg.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/600\/1*lnzxYXdmZMkR63umBmYoHQ.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-images-1.medium.com\/max\/600\/1*e_ZQEMom2wbEzjQQ27iXbA.jpeg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Setlist<\/p>\n\n\n\n<p>Of Sins and Shadows<br>Sea of Lies<br>Out of the Ashes<br>The Accolade<br>Smoke and Mirrors<br>Evolution (The Grand Design)<br>Communion and the Oracle<br>Inferno (Unleash the Fire)<br>Nevermore<\/p>\n\n\n\n<p>Bis<\/p>\n\n\n\n<p>Without You<br>Dehumanized<br>Set the World on Fire (The Lie of Lies)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Algumas bandas desenvolvem uma rela\u00e7\u00e3o especial com o Brasil. Mesmo ap\u00f3s in\u00fameras passagens pelo pa\u00eds, continuam a atrair um p\u00fablico fiel, conquistar novos f\u00e3s e se apresentar em casas cada vez maiores\u200a\u2014\u200aou, no m\u00ednimo, manter o mesmo n\u00edvel de relev\u00e2ncia ao longo dos anos. Entre esses casos est\u00e1 o Symphony X, um dos nomes mais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":37038,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1940,4,7],"tags":[2428,2430,1954,2427,2429],"class_list":["post-37037","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-lives","category-noticias","category-shows","tag-andyaddams","tag-progmetal","tag-show","tag-symphonyx","tag-toplink"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/37037","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/24"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=37037"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/37037\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37039,"href":"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/37037\/revisions\/37039"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/37038"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=37037"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=37037"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=37037"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}