{"id":35865,"date":"2026-02-14T20:32:37","date_gmt":"2026-02-14T20:32:37","guid":{"rendered":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/?p=35865"},"modified":"2026-02-14T20:32:39","modified_gmt":"2026-02-14T20:32:39","slug":"hungrs-celebra-1-ano-do-album-simbiose-com-edicao-especial-e-faixa-inedita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/?p=35865","title":{"rendered":"Hungrs celebra 1 ano do \u00e1lbum Simbiose com edi\u00e7\u00e3o especial e faixa in\u00e9dita"},"content":{"rendered":"\n<pre id=\"viewer-bf0io7225\" class=\"wp-block-preformatted\">Cr\u00e9dito: Paulo \"Kon\" Cunha (Kon Fotografia)<\/pre>\n\n\n\n<p id=\"viewer-j08kt7464\">A g\u00eanese do projeto <strong>Hungrs<\/strong> nasceu de um sonho comum a muitos f\u00e3s de m\u00fasica pesada que se tornam pais: ver o filho se interessar pelas mesmas bandas de cora\u00e7\u00e3o, compartilhar shows, conversas e descobertas dentro desse universo. No caso de Marcos (45) e Lucca (17, mas com 16 anos \u00e0 \u00e9poca da grava\u00e7\u00e3o, em 2024), esse sonho foi al\u00e9m e se transformou em banda.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-zei4m1095\">O resultado dessa paix\u00e3o compartilhada pelo heavy metal \u00e9 <em>Simbiose<\/em>, \u00e1lbum de estreia lan\u00e7ado em 2025 e que agora, no dia 10 de fevereiro de 2026, celebra seu primeiro ano com uma edi\u00e7\u00e3o especial com faixa in\u00e9dita, &#8216;Negative Abyss&#8217;, e outras novidades.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-grrwm1099\"><strong>Ou\u00e7a &#8216;Negative Abyss&#8217; e todo o \u00e1lbum aqui:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/distrokid.com\/hyperfollow\/hungrs\/simbiose-1st-anniversary-edition\">https:\/\/distrokid.com\/hyperfollow\/hungrs\/simbiose-1st-anniversary-edition<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Spotify Embed: Simbiose (1st Anniversary Edition)\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"352\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/3ZHp6Llg8jPMMMra3b9uyd?referral=labelaffiliate&amp;utm_source=oembed&amp;utm_medium=Indie_Distrokid&amp;utm_campaign=labelaffiliate\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-lh2os7175\"><em>Simbiose<\/em> \u00e9 um encontro entre gera\u00e7\u00f5es. Um di\u00e1logo direto entre algu\u00e9m que viveu o auge, a queda e a reinven\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria fonogr\u00e1fica e algu\u00e9m que cresce em meio ao streaming, \u00e0 l\u00f3gica algor\u00edtmica e \u00e0 velocidade constante da cultura digital. Essa conviv\u00eancia atravessa o som do Hungrs, que aposta em tens\u00e3o, densidade e atmosferas introspectivas, sem recorrer \u00e0 nostalgia ou a f\u00f3rmulas f\u00e1ceis.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-8tre71105\">Um ano depois do lan\u00e7amento, os n\u00fameros ajudam a contar parte dessa trajet\u00f3ria: mais de 40 mil streams no Spotify, 50 mil visualiza\u00e7\u00f5es no YouTube e cerca de 200 ouvintes mensais. Um n\u00famero modesto em escala, mas significativo em ess\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-f60s31107\"><em>Simbiose<\/em> tamb\u00e9m circulou bem pela imprensa. No Brasil, passou por ve\u00edculos como Tenho Mais Discos Que Amigos e Roadie Crew; fora do pa\u00eds, apareceu em publica\u00e7\u00f5es como Chaoszine (Finl\u00e2ndia), LaCarne Magazine (Espanha), The Moshville Times (Esc\u00f3cia) e Metalpedia (M\u00e9xico).<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-dxcsg1110\"><strong>\u201cNegative Abyss\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-15y5f1112\">A edi\u00e7\u00e3o de anivers\u00e1rio de <em>Simbiose<\/em> traz todas as faixas do \u00e1lbum original, uma m\u00fasica in\u00e9dita e as vers\u00f5es instrumentais de todo o disco, al\u00e9m de uma varia\u00e7\u00e3o da arte de capa.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-0e83y1116\">O destaque \u00e9 \u201cNegative Abyss\u201d, faixa que aprofunda o lado conceitual do Hungrs e dialoga diretamente com temas como tempo, ruptura e continuidade, ideias que atravessam tanto o disco quanto a pr\u00f3pria rela\u00e7\u00e3o entre pai e filho.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-9f3lr1118\">A letra foi inspirada no artigo \u201cThe Negative Abyss: Surface, Depth, and Violence in Virilio and Stiegler\u201d (2015), publicado na revista Cultural Politics.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-57t231120\">O texto descreve o \u201cabismo negativo\u201d como uma distopia da cultura da nova m\u00eddia no s\u00e9culo 21, onde tecnologia e velocidade aniquilam a profundidade das coisas em favor de imagens planas e superficiais, comprimindo passado, presente e futuro em um mesmo plano.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-sovap1122\">\u201cNegative Abyss\u201d chega acompanhada de um videoclipe dirigido novamente por Felipe Hervoso (Noiseforge), gravado no Est\u00fadio 540, em Sousas (Campinas\/SP). O v\u00eddeo teve estreia no mesmo dia do relan\u00e7amento do \u00e1lbum, 10 de fevereiro.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-po3ri1124\">Assista aqui:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"HUNGRS - Negative Abyss (Official Music Video)\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xQxjhA2u-W4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-jlwfk1198\"><strong>Continuidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-2p18c1200\">O relan\u00e7amento de Simbiose funciona como um novo ponto de contato com o disco. No palco, o Hungrs mant\u00e9m um formato de show din\u00e2mico, com aberturas minimalistas, trocas de instrumentos em cena e uma constru\u00e7\u00e3o de tens\u00e3o que acompanha o car\u00e1ter do \u00e1lbum.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-hwair1202\">Como parte das comemora\u00e7\u00f5es, <em>Simbiose<\/em> ganhar\u00e1 tamb\u00e9m uma edi\u00e7\u00e3o f\u00edsica em CD, pelo selo Lambrequim. O formato carrega significados distintos dentro da banda: para Marcos, ligado \u00e0 experi\u00eancia de uma ind\u00fastria que se transformou radicalmente; para Lucca, como objeto de escuta e cole\u00e7\u00e3o em um cen\u00e1rio dominado pelo acesso digital.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-kb70z1206\">Paralelamente, o Hungrs trabalha em seu segundo \u00e1lbum, com cerca de 13 faixas em desenvolvimento. O novo material segue uma dire\u00e7\u00e3o mais pesada e direta, eles contam, e ainda n\u00e3o h\u00e1 data definida para o in\u00edcio das grava\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-h5w501208\">Em 2026, a banda busca ampliar sua presen\u00e7a ao vivo e alcan\u00e7ar novos p\u00fablicos e Simbiose segue em circula\u00e7\u00e3o como um disco que continua encontrando espa\u00e7o e novos ouvintes.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-3ac3m1302\"><strong>Artista turco assina a capa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-5hbd41304\">A capa de <em>Simbiose<\/em> \u00e9 assinada pelo artista turco Abidin Katipo\u011flu. O termo que d\u00e1 nome ao \u00e1lbum, Simbiose (associa\u00e7\u00e3o entre dois seres vivos que vivem em comum), norteia os tra\u00e7os das artes.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-v1yw51308\"><strong>Hungrs, da paix\u00e3o ao projeto<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-6zld21310\">Marcos, l\u00e1 pelos seus 20 e poucos anos, montou uma banda autoral chamada Autofobia, na cidade de Santos (SP). Com alguns shows locais e uma meia d\u00fazia de m\u00fasicas, n\u00e3o deu tempo de decolar, outras responsabilidades chamaram e o grupo se desfez.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-f1oj81312\">Agora, de forma a incentivar seu filho mais velho, deu a ideia de formar essa banda para ele desenvolver a criatividade em composi\u00e7\u00f5es. E assim come\u00e7ou a Hungrs. Lucca faz aulas de bateria desde os 7 anos de idade, e tamb\u00e9m faz aulas de guitarra h\u00e1 v\u00e1rios anos.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-dkzao1314\">Gravando em casa, Lucca vai compondo as m\u00fasicas, toda a parte instrumental. Depois Marcos vai ouvindo e, conforme se inspira, come\u00e7a a escrever para cada uma delas.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-7kpqq1316\">Para garantir a qualidade final das m\u00fasicas, quem mixa e masteriza \u00e9 o Jonathas Peschiera (da Noiseforge; tamb\u00e9m guitarrista da banda AXTY, de Campinas).<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-g1vup1318\">A forma\u00e7\u00e3o musical do Lucca veio naturalmente por influ\u00eancia do gosto do pai, que sempre colocou as m\u00fasicas pra tocar enquanto dirigia, ou assistindo a shows e clipes em casa.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-zwnsh1320\">Por isso v\u00e1rias bandas s\u00e3o as preferidas de ambos, como Korn, Deftones, Slipknot, Tremonti, Lamb of God, Meshuggah e muitas outras que fica dif\u00edcil listar. Lucca gosta muito tamb\u00e9m de Gojira, enquanto Staind \u00e9 uma das influ\u00eancias de Marcos.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-3lxmw1322\">As m\u00fasicas, em ingl\u00eas (pra aumentar o alcance de p\u00fablico e tamb\u00e9m por encaixar melhor com o tipo de som), falam sobre sentimentos, ang\u00fastias e acontecimentos da vida.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-i9pp21452\"><strong>Simbiose &#8211; ficha t\u00e9cnica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-1q4f31454\">Lucca Hunger: guitarras, baixo e bateria<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-54uno1456\">Marcos Hunger: letras, vocais<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-e1cdq1458\">Orquestra (Far From Home, Mono No Aware, Simbiose): Vithor Moraes (Armiferum)<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-j9smk1460\">Mixado e masterizado por Jonathas Peschiera (Noiseforge)<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-mt3kq1462\">Videoclipes produzidos por Felipe Hervoso (Noiseforge)<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-lktu71464\">Arte das capas: Abidin Katipo\u011flu (Turquia)<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-yikm51466\">Fotos: Paulo &#8220;Kon&#8221; Cunha (Kon Fotografia)<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-4a4ql1620\"><strong>Hungrs nas redes sociais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-8pirx1622\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.instagram.com\/hungrsofficial\" rel=\"noreferrer noopener\"><u>www.instagram.com\/hungrsofficial<\/u><\/a><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-4weut1624\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.youtube.com\/@HungrsOfficial\" rel=\"noreferrer noopener\"><u>www.youtube.com\/@HungrsOfficial<\/u><\/a><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-zpgqk1626\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.tiktok.com\/@hungrsofficial\" rel=\"noreferrer noopener\"><u>www.tiktok.com\/@hungrsofficial<\/u><\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/hungrs.bandcamp.com\">https:\/\/hungrs.bandcamp.com<\/a><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-6dptu1741\"><strong>Fonte: <\/strong>Tedeso Comunica\u00e7\u00e3o &amp; M\u00eddia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cr\u00e9dito: Paulo &#8220;Kon&#8221; Cunha (Kon Fotografia) A g\u00eanese do projeto Hungrs nasceu de um sonho comum a muitos f\u00e3s de m\u00fasica pesada que se tornam pais: ver o filho se interessar pelas mesmas bandas de cora\u00e7\u00e3o, compartilhar shows, conversas e descobertas dentro desse universo. 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