{"id":40948,"date":"2026-08-18T02:36:07","date_gmt":"2026-08-18T02:36:07","guid":{"rendered":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/?p=40948"},"modified":"2026-08-18T02:36:08","modified_gmt":"2026-08-18T02:36:08","slug":"levitation-estreia-no-brasil-em-janeiro-de-2027-com-melvins-osees-boris-e-mais-bandas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/?p=40948","title":{"rendered":"Levitation estreia no Brasil em janeiro de 2027 com Melvins, Osees, Boris e mais bandas"},"content":{"rendered":"\n<pre id=\"viewer-3h6jv189177\" class=\"wp-block-preformatted\">The Melvins | Cr\u00e9dito: Divulga\u00e7\u00e3o<\/pre>\n\n\n\n<p id=\"viewer-bico9189865\"><em>Primeira edi\u00e7\u00e3o do cultuado festival de Austin (Texas, EUA) acontece em 23 de janeiro, no Komplexo Tempo, com oito atra\u00e7\u00f5es e uma feira dedicada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o independente<\/em><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-dcaso172706\">Levitation, um dos festivais de m\u00fasica mais cultuados e admirados do mundo, finalmente chega ao Brasil! A <strong>Maraty<\/strong> anuncia a primeira edi\u00e7\u00e3o do <strong>Levitation Brasil<\/strong> para s\u00e1bado, 23 de janeiro de 2027, no <strong>Komplexo Tempo, em S\u00e3o Paulo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-112le172714\">Com patroc\u00ednio exclusivo da <strong>Kunumi<\/strong>, o festival (<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/levitationbrasil.com\/\" rel=\"noreferrer noopener\"><u>levitationbrasil.com<\/u><\/a>) re\u00fane Melvins, Osees, Boris e Frankie and the Witch Fingers como atra\u00e7\u00f5es internacionais e quatro nomes importantes da cena alternativa brasileira: Test, Bike, Ema Stoned e Bufo Borealis. O festival acontece ainda em 20 de janeiro em Buenos Aires e 21 de janeiro em Santiago.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-603kr172720\">Ingressos \u00e0 venda a partir das 10h do dia 19 de agosto pela <strong>Fastix<\/strong>: <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/fastix.com.br\/events\/levitation-brasil\" rel=\"noreferrer noopener\"><u>fastix.com.br\/events\/levitation-brasil<\/u><\/a><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-zd7bw172725\">O Levitation, que nasceu em Austin (Texas, EUA), chega pela primeira vez \u00e0 Am\u00e9rica do Sul ap\u00f3s 18 anos de uma trajet\u00f3ria que transformou um encontro dedicado \u00e0 psicodelia em uma refer\u00eancia internacional de curadoria.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-4t7nt172727\">Nesses 18 anos, o festival aproximou diferentes gera\u00e7\u00f5es do rock psicod\u00e9lico, punk, metal, indie, shoegaze, dream pop, darkwave, m\u00fasica eletr\u00f4nica e outras vertentes experimentais, sem aderir \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o de atra\u00e7\u00f5es que caracteriza parte dos grandes festivais internacionais.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-g2gnw172729\">A edi\u00e7\u00e3o brasileira tamb\u00e9m ter\u00e1 uma feira de discos, camisetas, merchandise, livros e p\u00f4steres. O espa\u00e7o ser\u00e1 voltado principalmente a marcas, selos e editoras independentes e alternativas, ampliando para outras \u00e1reas da produ\u00e7\u00e3o cultural o mesmo princ\u00edpio de curadoria aplicado aos palcos.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-kfwyo172731\">Andr\u00e9 Barcinski, produtor da Maraty, come\u00e7ou a idealizar uma edi\u00e7\u00e3o brasileira do Levitation ap\u00f3s conhecer o festival no Texas, h\u00e1 mais de dez anos. \u201cEm 2014, fui pela primeira vez ao festival Levitation (que ainda se chamava Austin Psych Fest), no Texas. Fiquei impressionado com a qualidade das bandas, a organiza\u00e7\u00e3o e o clima de camaradagem entre o p\u00fablico e os artistas. Eu n\u00e3o conhecia 70% das bandas do line-up e sa\u00ed de l\u00e1 zonzo de tanta m\u00fasica boa. Desde ent\u00e3o, sonho em poder replicar esse festival no Brasil. Foram v\u00e1rios anos de tentativas, e agora deu certo!\u201d<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-qa68n172733\">Leandro Carbonato, produtor da Powerline e s\u00f3cio da Maraty, destaca que o projeto foi concebido para permanecer no calend\u00e1rio sul-americano e preservar o formato que diferencia o Levitation de outros festivais internacionais. <em>\u201cEstamos muito felizes com a possibilidade de realizar o Levitation e queremos construir um projeto duradouro, com muitas edi\u00e7\u00f5es. Por isso, o festival tamb\u00e9m chegar\u00e1 ao Chile e \u00e0 Argentina. A proposta \u00e9 formar uma esp\u00e9cie de circuito sul-americano, que permita trazer as bandas para uma turn\u00ea pela regi\u00e3o e manter o Levitation no continente por muitos anos\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-6xu50172735\">Carbonato, ali\u00e1s, \u00e9 o coordenador do Levitation na Am\u00e9rica do Sul, junto com Andr\u00e9 Barcinski, e esteve em 2025 em Austin. <em>\u201cEstive na edi\u00e7\u00e3o de Austin no ano passado e encontrei um festival muito diferente dos grandes eventos internacionais. A escala aproxima o p\u00fablico dos artistas, os palcos funcionam de forma intercalada, e \u00e9 poss\u00edvel acompanhar todas as apresenta\u00e7\u00f5es. A curadoria tamb\u00e9m n\u00e3o se orienta apenas pelo tamanho ou pela novidade de cada nome, mas pela relev\u00e2ncia e pela qualidade art\u00edstica das bandas. \u00c9 essa experi\u00eancia que queremos desenvolver na Am\u00e9rica do Sul\u201d,<\/em> afirma.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-m8t0q172737\">Rob Patrick, propriet\u00e1rio e fundador do Levitation, comenta sobre a in\u00e9dita edi\u00e7\u00e3o brasileira. &#8220;Estamos incrivelmente ansiosos em trazer esse artistas e o Levitation para o Brasil. Esse tem sido um sonho h\u00e1 muitos anos, e n\u00e3o poder\u00edamos estar mais felizes em desfrutar desse line-up em S\u00e3o Paulo ao lado de nossas irm\u00e3s e nossos irm\u00e3os na Am\u00e9rica do Sul.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-ttdru172904\"><strong>As atra\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-1yz27172957\"><strong>Melvins<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-jfd41172959\">Formado em 1983, em Montesano, no estado norte-americano de Washington, o Melvins ocupa uma posi\u00e7\u00e3o fundamental na hist\u00f3ria da m\u00fasica pesada. Ao desacelerar a viol\u00eancia do hardcore e submet\u00ea-lo a riffs densos, afina\u00e7\u00f5es graves e estruturas deliberadamente imprevis\u00edveis, a banda ajudou a estabelecer as bases do sludge e exerceu influ\u00eancia direta sobre a gera\u00e7\u00e3o que projetaria o rock do noroeste dos Estados Unidos nos anos 1990, como o stoner e o grunge. Ali\u00e1s, o Kurt do Nirvana por diversas vezes falou que Melvins foi sua inspira\u00e7\u00e3o direta.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-kl99d172961\">Conduzido desde o in\u00edcio pelo guitarrista e vocalista Buzz Osborne, com Dale Crover na bateria desde 1984, o Melvins construiu uma discografia extensa e avessa \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o. \u00c1lbuns como Gluey Porch Treatments (1987), Bullhead (1991), Lysol (1992), Houdini (1993) e Stoner Witch (1994) transformaram a banda em refer\u00eancia para nomes do grunge, doom, noise rock e metal experimental. O repert\u00f3rio atravessa can\u00e7\u00f5es compactas, pe\u00e7as de longa dura\u00e7\u00e3o, humor corrosivo e experi\u00eancias que desafiam as divis\u00f5es tradicionais entre punk e metal.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-hyts9172963\">A liberdade de forma\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m se tornou parte do m\u00e9todo. O Melvins j\u00e1 trabalhou com diferentes baixistas, duas baterias, alinhamentos alternativos e projetos como Melvins 1983, dedicado \u00e0 parceria entre Osborne e o primeiro baterista Mike Dillard. Na forma\u00e7\u00e3o de turn\u00ea de 2026, Buzz Osborne e Dale Crover dividem o palco com Steven McDonald e Coady Willis.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-fpaxd172965\">Depois de lan\u00e7ar Tarantula Heart em 2024 e Thunderball, creditado ao Melvins 1983, em 2025, a banda chegou a 2026 com Savage Imperial Death March, colabora\u00e7\u00e3o com o Napalm Death. O encontro liga duas trajet\u00f3rias que alteraram, cada uma \u00e0 sua maneira, os limites do punk, do metal e da m\u00fasica extrema. Vale falar que enfim o Melvins retorna ao Brasil ap\u00f3s 17 anos!<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-j9gxp173059\"><strong>Osees<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-bx1o1173061\">Poucas bandas contempor\u00e2neas traduzem movimento e transforma\u00e7\u00e3o com a intensidade do Osees. Criada por John Dwyer em 1997, em S\u00e3o Francisco, e atualmente radicada em Los Angeles, a banda tornou-se uma das for\u00e7as centrais da psicodelia norte-americana ao combinar garage punk, krautrock, hardcore, sintetizadores, improvisa\u00e7\u00e3o e uma atividade quase ininterrupta em est\u00fadio e na estrada.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"681\" src=\"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-2-6-1024x681.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-40953\" srcset=\"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-2-6-1024x681.jpg 1024w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-2-6-300x200.jpg 300w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-2-6-768x511.jpg 768w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-2-6-370x246.jpg 370w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-2-6.jpg 1180w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<pre id=\"viewer-lwukh173063\" class=\"wp-block-preformatted\">Osees | Cr\u00e9dito: Nick Sayers<\/pre>\n\n\n\n<p id=\"viewer-tgeju190710\">A sucess\u00e3o de nomes acompanha as diferentes fases dessa hist\u00f3ria: OCS, Orange County Sound, The Ohsees, Thee Oh Sees, Oh Sees e Osees representam muta\u00e7\u00f5es de uma mesma cria\u00e7\u00e3o liderada por Dwyer. Discos como The Master\u2019s Bedroom Is Worth Spending a Night In (2008), Carrion Crawler\/The Dream (2011), Floating Coffin (2013), Mutilator Defeated at Last (2015), Orc (2017) e Face Stabber (2019) formam um cat\u00e1logo no qual energia imediata e experimenta\u00e7\u00e3o caminham lado a lado.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-nzsl9173065\">A forma\u00e7\u00e3o consolidada por Dwyer nos vocais e guitarra, Tim Hellman no baixo, Tomas Dolas nos teclados e guitarras e os bateristas Dan Rincon e Paul Quattrone deu ao Osees uma identidade de palco particularmente f\u00edsica. As duas baterias funcionam como motor para shows velozes, ruidosos e sujeitos a longos desvios instrumentais. Essa reputa\u00e7\u00e3o ao vivo acompanha uma discografia que muda de dire\u00e7\u00e3o sem abandonar o impulso r\u00edtmico.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-hgp36173067\">Nos \u00faltimos anos, o Osees voltou-se ao hardcore em A Foul Form (2022), atravessou synth punk e no wave em Intercepted Message (2023), trocou grande parte das guitarras por samplers em SORCS 80 (2024) e recuperou a urg\u00eancia pol\u00edtica em ABOMINATION REVEALED AT LAST (2025).<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-6hzj7173069\">Lan\u00e7ado de surpresa em junho de 2026, OFF COURSE abre outra frente: cinco faixas desenvolvidas a partir de jams psicod\u00e9licas, funk e rock progressivo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-1ln1b173071\">No Brasil, a banda ter\u00e1 a participa\u00e7\u00e3o da vocalista, tecladista e percussionista Brigid Dawson, que apesar de ter sa\u00eddo da forma\u00e7\u00e3o oficial, ainda contribui com o grupo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-6tt2p173186\"><strong>Boris<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-icbpr173188\">Formado em T\u00f3quio em 1992, Boris construiu uma das discografias mais abertas e imprevis\u00edveis da m\u00fasica pesada japonesa. Wata, Takeshi e Atsuo transformaram a mudan\u00e7a permanente em identidade, atravessando drone, doom, sludge, noise, hardcore, shoegaze, psicodelia, ambient e pop sem estabelecer uma vers\u00e3o definitiva para a pr\u00f3pria m\u00fasica.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-g05ve173190\">O nome foi retirado de \u201cBoris\u201d, faixa que abre Bullhead, \u00e1lbum lan\u00e7ado pelo Melvins em 1991. A influ\u00eancia inicial tornou-se ponto de partida para uma linguagem independente, desenvolvida em discos como Absolutego (1996), Amplifier Worship (1998), Flood (2000), Feedbacker (2003) e Akuma no Uta (2003). Cada trabalho explora uma rela\u00e7\u00e3o diferente entre volume, repeti\u00e7\u00e3o, sil\u00eancio e textura.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"684\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-3-5-684x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-40952\" srcset=\"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-3-5-684x1024.jpg 684w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-3-5-200x300.jpg 200w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-3-5-768x1150.jpg 768w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-3-5-167x250.jpg 167w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-3-5.jpg 828w\" sizes=\"auto, (max-width: 684px) 100vw, 684px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<pre id=\"viewer-hqnzr173192\" class=\"wp-block-preformatted\">Boris | Cr\u00e9dito: Divulga\u00e7\u00e3o<\/pre>\n\n\n\n<p id=\"viewer-kmvfu191535\">Lan\u00e7ado no Jap\u00e3o em 2005 e internacionalmente no ano seguinte, Pink projetou o trio para um p\u00fablico mais amplo. O \u00e1lbum reuniu peso, velocidade, melodias enevoadas e longas expans\u00f5es instrumentais em faixas como \u201cFarewell\u201d, \u201cPink\u201d e \u201cJust Abandoned Myself\u201d. Desde ent\u00e3o, Boris ampliou o cat\u00e1logo com colabora\u00e7\u00f5es frequentes, especialmente com Merzbow, al\u00e9m de discos como NO (2020), marcado pelo hardcore, e W (2022), constru\u00eddo com atmosferas minimalistas e pr\u00f3ximas do dream pop.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-mn2ql173194\">Em 2025, o trio realizou a primeira apresenta\u00e7\u00e3o de sua carreira no Brasil. A fase atual concentra-se nas comemora\u00e7\u00f5es dos vinte anos de Pink, com turn\u00eas pela \u00c1sia, Reino Unido e Europa ao longo de 2026. De volta ao Brasil, prometem tocar petardos do in\u00edcio da carreira.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-9bv51173451\"><strong>Frankie and the Witch Fingers<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-saf4u173453\">Formada em 2013, em Bloomington, Indiana, e posteriormente estabelecida em Los Angeles, Frankie and the Witch Fingers surgiu no circuito independente norte-americano com uma combina\u00e7\u00e3o el\u00e9trica de garage rock, surf music e psicodelia. A banda passou a d\u00e9cada seguinte desmontando essa f\u00f3rmula e reconstruindo o pr\u00f3prio som por meio de post-punk, funk, new wave, sintetizadores e texturas industriais.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-6cdey173455\">A evolu\u00e7\u00e3o pode ser acompanhada em \u00e1lbuns como Heavy Roller (2016), Brain Telephone (2017), ZAM (2019) e Monsters Eating People Eating Monsters\u2026 (2020). O salto representado por Data Doom (2023) aprofundou as estruturas r\u00edtmicas, os arranjos angulares e a presen\u00e7a eletr\u00f4nica, consolidando uma identidade distante de qualquer leitura limitada ao revival psicod\u00e9lico.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-7-1024x682.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-40951\" srcset=\"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-7-1024x682.png 1024w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-7-300x200.png 300w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-7-768x512.png 768w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-7-370x246.png 370w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-7.png 1180w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-3c5xx192364\">Dylan Sizemore, Josh Menashe, Nikki Pickle Smith, Nick Aguilar e Jon Modaff formam atualmente uma banda constru\u00edda em torno do movimento. A intensa circula\u00e7\u00e3o internacional e a \u00e9tica DIY levaram Frankie and the Witch Fingers a dividir palcos com Osees, Ty Segall, OFF!, Cheap Trick e ZZ Top. A energia dos shows acompanha um repert\u00f3rio em constante muta\u00e7\u00e3o, com guitarras nervosas, baixo pulsante, sintetizadores inst\u00e1veis e can\u00e7\u00f5es que alternam impacto direto e passagens experimentais.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-vx1iy173459\">Produzido por Maryam Qudus, Trash Classic foi lan\u00e7ado em 2025 pela Greenway Records e pela Reverberation Appreciation Society. O oitavo \u00e1lbum radicaliza a fus\u00e3o de proto-punk, industrial e new wave em faixas como \u201cEconomy\u201d, \u201cTotal Reset\u201d, \u201cDead Silence\u201d e \u201cGutter Priestess\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-nehcq173461\">As letras observam tecnologia, consumo e colapso social com ironia, enquanto a produ\u00e7\u00e3o troca a nostalgia de garagem por uma sonoridade urbana, tensa e deliberadamente deformada.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-z3zgf173754\"><strong>Ema Stoned<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-gatxd173756\">Formada em S\u00e3o Paulo em 2011, Ema Stoned desenvolve uma m\u00fasica instrumental guiada pela improvisa\u00e7\u00e3o, pela psicodelia e pela liberdade de estrutura. Alessandra \u201cAL\u201d Duarte na guitarra, Elke Lamers no baixo e Theo Charbel na bateria formam o trio, que adota a express\u00e3o \u201crock digressivo\u201d para definir composi\u00e7\u00f5es capazes de avan\u00e7ar, interromper caminhos e encontrar novas dire\u00e7\u00f5es durante a execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-vyift173758\">A trajet\u00f3ria come\u00e7ou com forma\u00e7\u00f5es mais abertas e passagens vocais, mas encontrou sua configura\u00e7\u00e3o mais caracter\u00edstica na intera\u00e7\u00e3o entre os tr\u00eas instrumentos. O \u00e1lbum Gema (2013) apresentou a base experimental da banda; Live From Aurora (2016) documentou sua for\u00e7a em apresenta\u00e7\u00e3o; e Phenomena (2019) nasceu de uma sess\u00e3o de improvisa\u00e7\u00e3o com Makoto Kawabata, guitarrista do Acid Mothers Temple, e Douglas Leal, do Yantra. O encontro aproximou a psicodelia paulistana do universo experimental japon\u00eas em uma sequ\u00eancia de seis movimentos.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-kr8py173760\">Em Devaneio (2023), Ema Stoned aprofundou a combina\u00e7\u00e3o de krautrock, rock instrumental, ru\u00eddo e improvisa\u00e7\u00e3o. Faixas como \u201cSpirulina\u201d, \u201cCurva do Sonho\u201d, \u201cVale da Lua\u201d e \u201cBico do Corvo\u201d alternam passagens r\u00edtmicas compactas e expans\u00f5es nas quais guitarra, baixo e bateria assumem fun\u00e7\u00f5es m\u00f3veis. O disco tamb\u00e9m registra uma forma\u00e7\u00e3o feminina que ocupa o experimentalismo brasileiro sem tratar essa presen\u00e7a como elemento separado da cria\u00e7\u00e3o musical.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-ep7r2173762\">A partir de 2025, \u201cCurva do Sonho\u201d ganhou uma leitura visual inspirada pelas reflex\u00f5es de Ailton Krenak. Em 2026, o trio iniciou uma colabora\u00e7\u00e3o com Edgard Scandurra por meio do single \u201cCinza das Horas\u201d e de um novo repert\u00f3rio apresentado ao vivo. O encontro liga a pesquisa instrumental da Ema Stoned \u00e0 trajet\u00f3ria de um dos guitarristas mais inventivos do rock brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-osgon174086\"><strong>Bike<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-86zus174088\">Formada em 2015, em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, a Bike tornou-se um dos nomes brasileiros de maior circula\u00e7\u00e3o internacional dentro do rock psicod\u00e9lico contempor\u00e2neo. Julito Cavalcante, Diego Xavier, Daniel Fumega e Gil Mosolino constroem uma m\u00fasica que conecta psicodelia, krautrock, Tropic\u00e1lia, rock progressivo e repeti\u00e7\u00e3o motorik a ritmos, imagens e refer\u00eancias brasileiras.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-tn26s174090\">O primeiro \u00e1lbum, 1943 (2015), abriu uma sequ\u00eancia de lan\u00e7amentos marcada por mudan\u00e7as de linguagem. Em Busca da Viagem Eterna (2017) ampliou a dimens\u00e3o narrativa das composi\u00e7\u00f5es; Their Shamanic Majesties\u2019 Third Request (2018) acentuou o car\u00e1ter psicod\u00e9lico; e Quarto Templo (2019) avan\u00e7ou sobre atmosferas mais pesadas e ritual\u00edsticas. Em Arte Bruta (2023), a banda aproximou distor\u00e7\u00e3o, percuss\u00e3o e can\u00e7\u00e3o brasileira com maior nitidez.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-dzn2i174092\">A trajet\u00f3ria ganhou alcance fora do pa\u00eds por meio de turn\u00eas europeias, apresenta\u00e7\u00f5es no SXSW e uma sess\u00e3o gravada para a r\u00e1dio norte-americana KEXP. Arte Bruta tamb\u00e9m apareceu na sele\u00e7\u00e3o da emissora dedicada aos destaques da m\u00fasica alternativa latino-americana de 2023.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-cl342174094\">Em diferentes fases, a Bike dividiu apresenta\u00e7\u00f5es com The Brian Jonestown Massacre, Os Mutantes, Boogarins e Graveyard, al\u00e9m de circular por festivais e palcos independentes da Europa e das Am\u00e9ricas.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-51xze174096\">Lan\u00e7ado em setembro de 2025, Noise Meditations nasceu de sess\u00f5es abertas de improvisa\u00e7\u00e3o. As dez faixas preservam a psicodelia da banda, mas deslocam o centro criativo para a intera\u00e7\u00e3o coletiva, a repeti\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento espont\u00e2neo. Inclu\u00eddo entre os cem melhores discos brasileiros de 2025 pela APCA, o \u00e1lbum abriu o ciclo que levou a Bike a novas apresenta\u00e7\u00f5es no Brasil, Chile e Argentina em 2026.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-lear9174455\"><strong>Test<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-tzewb174457\">O TEST converteu deathgrind, ru\u00eddo e experimenta\u00e7\u00e3o em um modelo pr\u00f3prio de cria\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o. Formado em S\u00e3o Paulo em 2010 por Jo\u00e3o Kombi na guitarra e voz e Barata na bateria, a trajet\u00f3ria come\u00e7ou nas ruas, com apresenta\u00e7\u00f5es realizadas do lado de fora de grandes shows e est\u00e1dios, alimentadas por um gerador transportado em uma Kombi. A a\u00e7\u00e3o colocou o duo diante do p\u00fablico sem depender de convite, palco ou estrutura convencional.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-5apua174459\">O que nasceu como interven\u00e7\u00e3o transformou-se em uma carreira internacional. O TEST j\u00e1 ultrapassou mil apresenta\u00e7\u00f5es em trinta pa\u00edses, passou por todos os estados brasileiros e realizou turn\u00eas pela Am\u00e9rica do Norte, Europa, \u00c1sia, Oceania e Am\u00e9rica Latina. A agenda inclui festivais como Obscene Extreme, Maryland Deathfest, Dark Mofo, SWR Barroselas, Novas Frequ\u00eancias, Abril Pro Rock e Coquetel Molotov.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-353po174461\">A mesma abertura aparece na discografia. Arabe Macabre (2012) e Esp\u00e9cies (2015) estabeleceram a viol\u00eancia concisa do duo; O Jogo Humano (2019) foi concebido como \u00e1lbum interativo, com diferentes possibilidades de percurso; e Disco Normal (2023) levou o processo de grava\u00e7\u00e3o para espa\u00e7os abertos e locais afastados do formato tradicional de est\u00fadio. Essa experi\u00eancia deu origem ao document\u00e1rio Um Disco Normal, exibido na Cinemateca Brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-j3kng174463\">Ao longo da carreira, o TEST dividiu programa\u00e7\u00f5es com Napalm Death, Carcass, Cannibal Corpse, Mr. Bungle, King Diamond, Tom Z\u00e9, Boogarins e Met\u00e1 Met\u00e1. Em 2025, a colabora\u00e7\u00e3o com Deafkids resultou em Sem Esperan\u00e7as, encontro entre grindcore, drones e percuss\u00e3o experimental. Depois de realizar 38 apresenta\u00e7\u00f5es na Almost World Tour de 2026, o duo abriu outra frente com o GoaTesT, parceria com integrantes do Goatburner.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-ri0s0174852\"><strong>Bufo Borealis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-n0vul174854\">Criado em S\u00e3o Paulo em 2020 pelo baixista Juninho Sangiorgio e pelo baterista Rodrigo Saldanha, Bufo Borealis explora o ponto de contato entre jazz-funk, psicodelia, rock experimental e improvisa\u00e7\u00e3o. A forma\u00e7\u00e3o \u00e9 completada por Anderson Quevedo no saxofone, Paulo Kishimoto e Vicente Tassara nos teclados e Tadeu Dias na guitarra.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-wcjec174856\">O nome nasceu de uma constela\u00e7\u00e3o fict\u00edcia presente na arte de One Size Fits All, de Frank Zappa and the Mothers of Invention, e tamb\u00e9m remete ao imagin\u00e1rio dos sapos venenosos. A refer\u00eancia combina com uma m\u00fasica que absorve fontes distintas sem buscar pureza de g\u00eanero. Miles Davis em sua fase el\u00e9trica, Curtis Mayfield, Lou Donaldson, Sly Stone, hip-hop, ritmos latinos e m\u00fasica instrumental brasileira aparecem entre as coordenadas do sexteto.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-o1gwx174858\">Pupilas Horizontais (2020) apresentou uma sonoridade baseada em grooves extensos e intera\u00e7\u00e3o instrumental. Diptera (2022) ampliou a presen\u00e7a do funk e da psicodelia, enquanto Ao Vivo no Sesc Pompeia (2024) documentou a natureza vari\u00e1vel dos shows, nos quais os temas funcionam como pontos de partida para improvisa\u00e7\u00f5es. A experi\u00eancia acumulada em diferentes cenas, do punk e hardcore ao jazz, alimenta uma execu\u00e7\u00e3o precisa sem retirar o risco de cada apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-cr7uj174860\">Lan\u00e7ado em mar\u00e7o de 2025, Natureza foi o primeiro \u00e1lbum da banda com composi\u00e7\u00f5es desenvolvidas por todos os integrantes. O disco apareceu entre os cem melhores trabalhos brasileiros daquele ano na sele\u00e7\u00e3o da APCA. Em seguida, \u201cM\u00e3e da Lua\u201d, gravada com Mista Luba, aproximou o Bufo Borealis da cultura de produ\u00e7\u00e3o do hip-hop e da fragmenta\u00e7\u00e3o r\u00edtmica associada a Donuts, de J Dilla.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-th9jv175279\"><strong>De Austin para o mundo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-qldub175281\">O Levitation nasceu em 2008, em Austin, no Texas, sob o nome Austin Psych Fest. Criado por integrantes do The Black Angels e amigos, o evento surgiu como um ponto de encontro para a ent\u00e3o renovada cena psicod\u00e9lica. A primeira edi\u00e7\u00e3o reuniu dez atra\u00e7\u00f5es no Red Barn. No ano seguinte, o festival j\u00e1 havia passado para um formato de tr\u00eas dias.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-xwo2w175283\">A mudan\u00e7a para o Carson Creek Ranch, em 2013, marcou uma virada. Foi a primeira edi\u00e7\u00e3o inteiramente ao ar livre, com tr\u00eas palcos, camping e uma s\u00e9rie de p\u00f4steres criada por artistas dos Estados Unidos e de outros pa\u00edses. Em 2014, o cartaz chegou a 95 atra\u00e7\u00f5es, entre elas The Zombies, Panda Bear, The Horrors, Loop, The Brian Jonestown Massacre, Of Montreal e The Dandy Warhols.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-cydbb175285\">O nome Levitation foi adotado em homenagem aos pioneiros texanos do rock psicod\u00e9lico The 13th Floor Elevators e \u00e0 m\u00fasica \u201cLevitation\u201d, lan\u00e7ada pela banda em 1967. A mudan\u00e7a ganhou dimens\u00e3o hist\u00f3rica na edi\u00e7\u00e3o de 2015, que recebeu a reuni\u00e3o dos integrantes originais sobreviventes do The 13th Floor Elevators para a primeira apresenta\u00e7\u00e3o conjunta em 45 anos, durante as comemora\u00e7\u00f5es dos 50 anos da banda.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-91elx175287\">Aquele ano tamb\u00e9m reuniu The Flaming Lips, Tame Impala, The Jesus and Mary Chain, Primal Scream, Spiritualized, The Black Angels, Mac DeMarco e Thee Oh Sees, nome utilizado na \u00e9poca pelo atual Osees.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-0f2tt175289\">Desde ent\u00e3o, centenas de artistas passaram por suas programa\u00e7\u00f5es, entre eles King Gizzard &amp; the Lizard Wizard, Pavement, TV on the Radio, Mastodon, Slowdive, Beach House, Sonic Youth, Ty Segall, Chelsea Wolfe, The Brian Jonestown Massacre, Animal Collective, Dinosaur Jr., Black Rebel Motorcycle Club e Kikagaku Moyo.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-ip396175291\">A circula\u00e7\u00e3o internacional come\u00e7ou em 2013, com a cria\u00e7\u00e3o do Levitation France, em Angers. A marca tamb\u00e9m chegou a Vancouver e Chicago. A edi\u00e7\u00e3o francesa completou seu 12\u00ba ano em 2025 com ingressos esgotados, consolidando fora dos Estados Unidos o modelo de curadoria desenvolvido em Austin.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-y515u175293\">O alcance do projeto avan\u00e7ou ainda para o mercado fonogr\u00e1fico. A Reverberation Appreciation Society, coletivo e selo ligado ao festival, mant\u00e9m a s\u00e9rie Live at Levitation, com registros de apresenta\u00e7\u00f5es de King Gizzard &amp; the Lizard Wizard, Kikagaku Moyo, The Black Angels, Primal Scream, Osees e outros nomes associados \u00e0 hist\u00f3ria do evento.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-dvra4175760\"><strong>Curadoria reconhecida pela cr\u00edtica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-7la7b175762\">A imprensa internacional acompanha essa trajet\u00f3ria de perto e sempre com entusiasmo. O The Guardian definiu o Levitation como \u201co passado, o presente e o futuro da m\u00fasica psicod\u00e9lica\u201d, enquanto a NME destacou que o festival <em>\u201cescala o melhor do underground\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-k236b175764\">O Dallas Observer apontou o equil\u00edbrio de sua proposta: <em>\u201cNem grande nem pequeno demais, administrado com maestria e com um p\u00fablico relaxado e respeitoso, o Levitation oferece uma experi\u00eancia quase impec\u00e1vel\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-7khzx175766\">A Austin Monthly ressaltou o contraste com a padroniza\u00e7\u00e3o dos grandes eventos: <em>\u201cEnquanto muitos festivais recorrem aos nomes esperados em turn\u00ea ou divulgando discos, o Levitation prepara um cartaz impressionante a cada edi\u00e7\u00e3o\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-ntuxb175768\">A publica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m registrou uma defini\u00e7\u00e3o do cofundador e diretor Rob Fitzpatrick: <em>\u201cA programa\u00e7\u00e3o precisa significar algo para o p\u00fablico. \u00c9 um tipo diferente de f\u00e3, e tentamos surpreend\u00ea-lo com cada cartaz\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-tatnm175770\">J\u00e1 o site Cosmic Clash, ao analisar a edi\u00e7\u00e3o de 2023, chamou o Levitation de \u201cum tesouro musical\u201d e destacou seu crescimento a partir de origens independentes at\u00e9 se tornar parte permanente do calend\u00e1rio cultural de Austin.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-0busj176273\"><strong>Uma curadoria em movimento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-w0dp6176275\">A hist\u00f3ria do festival tamb\u00e9m foi marcada pela capacidade de alterar seu formato. Ap\u00f3s as condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas severas que impediram a realiza\u00e7\u00e3o da edi\u00e7\u00e3o de 2016 no Carson Creek Ranch, apresenta\u00e7\u00f5es foram reorganizadas em casas de Austin. Em 2018, o Levitation retornou distribu\u00eddo por oito espa\u00e7os da cidade, com shows em hor\u00e1rios escalonados e diferentes bairros. O modelo transformou Austin em parte da experi\u00eancia e permitiu combinar apresenta\u00e7\u00f5es maiores com noites em clubes.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-rshyk176277\">A edi\u00e7\u00e3o de 2026, programada para ocorrer entre 10 e 13 de setembro, mostra a amplitude alcan\u00e7ada por essa curadoria. S\u00e3o 69 atra\u00e7\u00f5es espalhadas por mais de 20 apresenta\u00e7\u00f5es no Radio\/East, Stubb\u2019s, Mohawk, Empire, Hotel Vegas, Elysium e 13th Floor.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-gzs25176279\">O cartaz re\u00fane Sleep, Angine the Potrine, American Football, Bikini Kill, Molchat Doma, Peter Hook &amp; The Light, Cabaret Voltaire, Nitzer Ebb, Arlo Parks, The Garden, Smerz, Uncle Acid &amp; The Deadbeats, Psychedelic Porn Crumpets, Temples, Melt-Banana e Kylesa, entre outros. Os passes completos para os quatro dias j\u00e1 est\u00e3o esgotados. A Pitchfork incluiu o Levitation em sua sele\u00e7\u00e3o dos festivais mais aguardados de 2026 e apontou a experimenta\u00e7\u00e3o como elemento presente em toda a programa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-5p1w0176806\"><strong>Instituto Kunumi<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-nzad3176808\">O Instituto Kunumi se forma como um coletivo de pesquisa dedicado a expandir as fronteiras da intelig\u00eancia, da cultura e do significado. Um ponto de encontro entre ci\u00eancia, humanidades e tecnologia, o Instituto investiga novas formas de intelig\u00eancia e seus impactos na sociedade e em cada um de n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-6afp7176810\">O Instituto Kunumi atua como um ecossistema h\u00edbrido entre a academia e a iniciativa privada, conectando pesquisa cient\u00edfica, experimenta\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e art\u00edstica a aplica\u00e7\u00f5es no mundo real. Esses encontros desenham os contornos do nosso devir.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"819\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-1-1-819x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-40950\" srcset=\"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-1-1-819x1024.png 819w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-1-1-240x300.png 240w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-1-1-768x960.png 768w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-1-1-200x250.png 200w, https:\/\/heavymetalonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/unnamed-1-1.png 1180w\" sizes=\"auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-mc2ua193244\"><strong>Servi\u00e7o | Levitation Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-bjdky177358\">Data: s\u00e1bado, 23 de janeiro de 2027<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-6njum177360\">Local: Komplexo Tempo<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-vd2uv177362\">Endere\u00e7o: Avenida Henry Ford, 511, Parque da Mooca, S\u00e3o Paulo<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-2ms7e177364\">Atra\u00e7\u00f5es: Melvins, Osees, Boris, Frankie and the Witch Fingers, Test, Bike, Ema Stoned e Bufo Borealis<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-x7j47177366\">Ingresso: <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/fastix.com.br\/events\/levitation-brasil\" rel=\"noreferrer noopener\"><u>fastix.com.br\/events\/levitation-brasil<\/u><\/a><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-xyhk6177369\">Venda: a partir de 19 de agosto na Fastix<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-bl6em177371\">Ingressos f\u00edsicos sem taxa: Loja 255 da Galeria do Rock (R. 24 de Maio 62, Centro)<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-5v03h177373\">Patroc\u00ednio: Kunumi<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-9olrk177375\">Produ\u00e7\u00e3o: Maraty<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-ej3xv177377\">Apoio: Powerline<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-7xfwz177379\">Censura: permitida a entrada de menores de 18 anos desde que acompanhados de respons\u00e1vel legal.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-dkn1j177381\">Acessibilidade: o local \u00e9 totalmente equipado para atender a PCDs e haver\u00e1 um espa\u00e7o exclusivo para cadeirantes poderem ver os shows com toda a visibilidade e conforto.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-nokp1177905\"><strong>Fonte: <\/strong>Tedesco Comunica\u00e7\u00e3o &amp; M\u00eddia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>The Melvins | Cr\u00e9dito: Divulga\u00e7\u00e3o Primeira edi\u00e7\u00e3o do cultuado festival de Austin (Texas, EUA) acontece em 23 de janeiro, no Komplexo Tempo, com oito atra\u00e7\u00f5es e uma feira dedicada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o independente Levitation, um dos festivais de m\u00fasica mais cultuados e admirados do mundo, finalmente chega ao Brasil! A Maraty anuncia a primeira edi\u00e7\u00e3o do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":40954,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4,1807],"tags":[],"class_list":["post-40948","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","category-sem-categoria-pt"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/40948","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=40948"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/40948\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40955,"href":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/40948\/revisions\/40955"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/40954"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=40948"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=40948"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/heavymetalonline.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=40948"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}