THUNDER FORCE: novo line-up prepara material inédito

Clinger Carlos

Formada no início de 2005 a banda gaúcha THUNDER FORCE tem em seu DNA diversas influências dos mais variados estilos do Heavy Metal e Rock Clássico, porém sempre focando no Progressivo. Em seu currículo constam inúmeros shows pelo Rio Grande do Sul e trabalhos como o single “Sonhos e Pesadelos” (2006) e o EP “Silence In Darkness” (2008), que conta com quatro composições. Também neste período a banda foi destaque de uma revista nacional especializada em Heavy Metal, em uma sessão de bandas emergentes no país, tendo seu corrente trabalho muito bem aceito pela crítica especializada, e finalmente em 2010, com “Stranger Calling My Name”, o último trabalho realizado. Na primeira fase do grupo a movimentação era intensa, como explica o guitarrista Leonardo Fernandes: “A banda sempre foi muito ativa, principalmente de 2006 à 2008, mesmo com a rotatividade de integrantes, porém os períodos de ano se mantinham com formação praticamente consolidada, a intensidade de ensaios, composições e apresentações, eram muito altas para uma banda de Heavy Metal.“.   Ouça “Stranger Calling My Name”: https://spoti.fi/2GovVX0   Munidos de influências de Iron Maiden, Helloween, Blind Guardian, Megadeth e Metallica, aos poucos novas sonoridades iriam sendo adicionados ao gosto dos músicos: “Estas foram as primeiras influências, como praticamente todo amante do estilo, porém com o passar dos anos, a banda foi evoluindo para outras vertentes, o que acabou moldando o estilo atual das músicas e letras. As influências muito fortes de Dream Theater, Death, Symphony X, entre outras, acabaram acrescentando para essa pegada atual, sem esquecer é claro das vertentes iniciais.”. Em meados de 2014 a banda se desfaz por caminhos profissionais que cada integrante naquela época trilhou, porém em abril de 2018 após mais de três anos e meio parada, a banda retorna com Leonardo Fernandes (guitarra) e Marlon Martins (guitarra) da formação clássica, os quais compuseram e gravaram os dos últimos singles da banda, juntamente a Gabriel Brunelli (bateria), Raul Giacomin (baixo e baking vocal) e Márcio Oliveira (vocal). O retorno do THUNDER FORCE ficou nas mãos dos guitarristas, conforme explica Leonardo: “Eu e o Marlon sempre mantivemos contato apesar das distâncias impostas por conta de compromissos profissionais, mas em uma conversa […]

Invokaos: primeiro single oficialmente gravado, “Canibalismo e Caos” nas plataformas digitais

Clinger Carlos

A primeira música oficialmente apresentada pelo Invokaos em sua curta trajetória até o presente momento, foi “Canibalismo e Caos”. A banda que consegue transitar entre estilos distintos do Metal Extremos, é atualmente uma das mais requisitas para shows e festivais de Metal no Brasil. Linhas de Death, Thrash, Grind, Black e hardcore, facilmente são reconhecidos nas estruturas harmônicas da banda. Não diferente, a primeira música liberada nas plataformas de Streaming apresenta exatamente uma mescla muito bem elaborada de todos esses elementos. Confira no Spotify “Canibalismo e Caos”: https://open.spotify.com/track/49LFfAXvZAwYF047G4nH3B?si=X5hcRy2QQ56rFSEYYsryGA Formação: Bruno Bacchiega – Vocal Thiago Queiroz – Bateria Alexandre Jansen – Guitarra Léo Bulhões – Baixo Mais informações: Facebook: https://www.facebook.com/invokaos/ Instagram: https://www.instagram.com/invokaos

Andralls: ‘Bleeding For Thrash’ será lançado na Europa

Clinger Carlos

“Bleeding For Thrash”, sexto álbum de estúdio do Andralls, que foi lançado oficialmente no Brasil no último dia 25 de junho, através da Distro Rock Records e Metal Under Store, acaba de ter o lançamento no mercado europeu confirmado. “Fechamos contrato com a gravadora alemã MDD Records, que ficará responsável pela distribuição em todo o território europeu”, revelou o baterista Alexandre “Xandão” Brito. Baseada em Nordheim, a MDD também é responsável por lançamentos do Nuclear Warfare e de bandas como Across the Burning Sky, Commander, Ctulu, Doctor Speed, Exarsis, Gengis Khan, Godskill, Necrotic Flesh, Pessimist, Thormesis, Vehemenz, entre outras. “Estamos muito contentes em firmarmos essa parceria com a MDD, que tem uma distribuição bem abrangente na Europa pela distribuidora Alive.Tenho certeza que isso irá engrandecer ainda mais o nosso trabalho”, apontou o baterista. Gravado no Papiris Studio (SP) ao lado do produtor Caio Monfort, o material, segundo o baterista Alexandre Brito, foi composto “nos moldes antigos”. “Alex Coelho e eu compusemos a maioria das músicas fazendo jams de bateria e guitarra. Curiosamente, foi dentro da mesma sala em que começamos a tocar juntos lá pelos idos de 1993/94”, contou. “O processo foi longo, pois tivemos o cuidado de colocar todos os elementos que gostamos e havíamos usado nos discos anteriores. É thrash metal, mas traz pitadas de death, punk, metal tradicional, industrial e até referências de country music em uma das faixas.” Andralls: Alex Coelho (vocal e guitarra) Felipe Freitas (baixo) Alexandre Brito (bateria) Discografia: Massacre, Corruption, Destruction (2000) Force Against Mind (2003) Fasthrash Live (2003) Inner Trauma (2005) Andralls (2009) Breakneck (2012) 15 Years Breaknecking – Live In Belém (2014, DVD) Bleeding for Thrash (2019) Sites relacionados: www.facebook.com/andrallsfasthrash/ https://mdd-records.de/ Contato para shows: [email protected] Instagram: @andrallsfasthrash YouTube: Andralls Thrash

Furia Inc.: álbum ‘Raw’ disponível nas plataformas de streaming

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“Raw”, segundo álbum do quarteto paulistano Furia Inc., formado por Victor Cutrale (vocal), Gustavo Romão (guitarra), Fabio Carito (baixo) e Neto Romão (bateria), está disponível nas principais plataformas de streaming. O material foi gravado na Loud Factory (SP) por Wagner Meirinho e Thiago Assolin, com mixagem e masterização na Califórnia/EUA, a cargo de Brendan Duffey (Angra, Andre Matos, Torture Squad e Almah). “Como já conhecíamos o trabalho do Brendan, quisemos manter a mesma qualidade. No entanto, ficamos surpresos com a qualidade e profissionalismo na parte de gravação com a equipe do estúdio Loud Factory. Estávamos alinhados e bem preparados, o que contribuiu no desenvolvimento de todo o processo. Agora é hora de colher e compartilhar os frutos”, declarou o guitarrista Gustavo Romão. O álbum foi antecipado com o videoclipe para a faixa “Light the Fire”, produzido pela empresa Gravando Bandas Produção Audiovisual e por Derick Borba. “A letra, que compus com o letrista Thiago Ribeiro (Hatematter, Neshamot), é uma reflexão e uma homenagem a todos que lutam por direitos iguais, pensando em um mundo melhor. É como se fosse um som do Pantera com uma temática mais positiva e ‘pra frente’”, explicou o vocalista Victor Cutrale. Veja o clipe “Light the Fire” em https://youtu.be/-0RcMK8AugI O grupo pretende soltar, em breve, um vídeo para a faixa “The Knight and the Bishop”, música é baseada no filme ‘O Sétimo Selo’, do diretor Ingmar Bergman e que conta com a participação especial do vocalista Igor Godoi (Sioux 66). “Ela retrata o conflito do cavaleiro Antonius Block ao conhecer a morte e desafiá-la a um jogo de xadrez. Daí vem o título, pois se trata de um tipo de jogada utilizada durante uma partida. Ele quer ganhar mais tempo para descobrir o sentido de sua vida”, detalha o guitarrista. Já “The Endless Void”, faixa de abertura, fala sobre o momento da supercomunicação que estamos vivendo. “Ela fala das mentiras espalhadas, de você navegar por muitas informações contraditórias, sem ter certeza de nada. Fala, ainda, sobre comprar conflitos e criticar situações que fogem do seu conhecimento”, explicou o vocalista. Já “MAX (The Moon Dagger)” traz uma […]

Chuck Billy fala das suas expectativas para o Rock in Rio.

Clinger Carlos

O programa Heavy Metal On Line esteve presente na edição do importante festival francês Hellfest, nos dias 21, 22 e 23 junho, na cidade Clisson, fazendo a cobertura para o site e para o canal webtelevisivo que está há mais de 7 anos produzindo conteúdos ligados ao heavy metal nacional e internacional. Durante a cobertura do festival, a equipe e o apresentador Clinger Carlos, estiveram presentes na coletiva de imprensa com a banda Testament, que aconteceu na sala de imprensa do festival, com presença de repórteres e fotógrafos do mundo inteiro. Aproveitando a oportunidade da vinda do vocalista Chuck Billy para Brasil, para participar do Rock In Rio, o apresentador perguntou ao vocalista qual a sua expectativa para a sua participação especial com as bandas Torture Squad e Claustrofobia durante o dia do Heavy Metal na cidade do Rock, que acontecerá no dia 04 de outubro próximo. Confira a resposta do vocalista: “Nós vamos tocar algumas músicas do Testament e nós vamos fazer alguns covers. Mas essa será minha primeira viagem ao Rock in Rio e quando fui convidado eu disse “Yearhh”. Eu adoraria fazer isso !!! Os caras da banda (Claustrofobia) que eu irei tocar, eles vivem em Las Vegas agora. Então, eu tive um encontro com todos da banda e nós conversamos sobre isso. Nós estamos esperando ansiosos para ensaiar durante 2 dias e fazer os shows. Eu estou ansioso, pois isto vai ser divertido”. Chuck Billy, se apresenta no palco Sunset do Rock In Rio, com as bandas Claustrofobia e Torture Squad, no dia 04 de outubro, que terá também as brasileiras da Nervosa e das atrações internacionais Slayer e Anthrax. No palco Mundo estarão grandes nomes do heavy metal mundial, com o Sepultura, Helloween, Scorpions e Iron Maiden. A cobertura completa do Hellfest e a entrevista com o Testament irão ao ar no canal do youtube do Heavy Metal On Line no próximo mês de agosto. Para os interessados em se inscreverem no canal aqui está o link: https://www.youtube.com/user/heavymetalonline/featured Mais sobre o Rock in Rio: O Rock in Rio é o maior evento de música e entretenimento […]

Axecuter: Resenha do álbum Surrounded By Decay

Clinger Carlos

O Axecuter já vem trazendo sua fúria dentro do cenário do sul a muitos anos, com lançamentos clássicos, splits interessantes e uma pegada bem peculiar. O interessante da banda é que eles preservam as características do seu som, desde os primórdios até os dias atuais com seu novo trabalho. Sonoramente falando a banda tem suas raízes fincadas no heavy metal old school, sem muita frescura e com muito feeling dos seus atuais membros, que são: DANMENTED, nas guitarras e nos vocais, RASCAL no baixo e backing vocals e ainda VERDANI nas baquetas, que também faz parte de outra importante banda de death metal do sul, o Jailor. Falando do novo e ótimo álbum da banda, temos um deleite de metal tradicional, com riffs crús e vocais mais viscerais do que os anteriores. O álbum abre com a faixa título que na verdade é uma faixa instrumental e muito bem executada e logo depois vem duas músicas muito legais, que são “Rise and Fall” e “Separate Ways”, que em alguns pontos cantados me lembraram algumas coisas do Kreator. A qualidade sonora deste álbum superou as minhas expectativas, onde chego no seguinte pensamento: Podemos sim gravar um álbum heavy metal old school, com uma boa qualidade sonora, basta achar o ponto ideal das afinações e distorções, não sendo necessário fazer uma gravação tosca pra dizer que é old school. Voltando a falar do álbum destacaria duas músicas muito bem compostas que são “Metal In Wrong Hands” e “Passage Back To Hell” que fecha o álbum com muita qualidade. E apesar de serem 10 músicas ainda fica um gostinho de quero mais. Os trabalhos desenvolvidos por esta banda, reforça a teoria de que quando se quer fazer um bom trabalho, com dedicação, vontade e uma dose de amor pelo que faz, a coisa funciona. Tenho visto muitos anúncios de shows da banda pelo Brasil neste ano em lugares onde muitos acham impossível chegar, como é o caso de Manaus. Outro fator relevante e de quebra de pagadigma desta banda é de muitos acharem que bandas do sul não conseguem tocar no sudeste ou […]

Rock in Rio 2019: Helloween integra line-up do Palco Mundo em dia de Cidade do Rock dedicada ao metal

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 A organização do Rock in Rio acaba de anunciar a banda alemã Helloween no Palco Mundo. A apresentação será mais que especial para os fãs que este ano foram presenteados com um dia inteiro de Cidade do Rock dedicada ao heavy metal. O dia foi o primeiro a ter os ingressos esgotados durante a venda oficial, em abril, e trará, entre outros nomes: IRON Maiden, Scorpions, Sepultura e, ainda, Slayer, no Palco Sunset, com o último show da turnê de despedida. Helloween substitui a banda Megadeth, que cancelou recentemente todos os shows de 2019 após Dave Mustaine, vocalista e guitarrista, ser diagnosticado com um câncer de garganta. Helloween, que já esteve na edição 2013 do evento no Palco Sunset, é pioneira no estilo Power Metal. Atualmente estão com sua lendária formação e será desta forma que virão ao Rock in Rio: Kai Hansen (guitarra e vocal), Michael Kiske (vocal), Andi Deris (vocal), Dani Loeble (bateria), Sascha Gerstner (guitarra), Michael Weikath (guitarra) e Markus Grosskopf (baixo). Com mais de 30 anos de carreira, eles já lançaram 15 álbuns de estúdio e outros três ao vivo alcançando a marca de mais de 8 milhões de discos vendidos em todo o mundo e conquistando 14 discos de ouro e seis de platina. Recentemente, a banda encerrou a famosa turnê mundial Pumpkins United e há uma promessa para o público de lançamento de DVD/Blu-Ray e Live CD em outubro. O Rock in Rio 2019 acontece nos dias 27, 28 e 29 de setembro e 3, 4, 5 e 6 de outubro de 2019, na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca

Panndora: Show com os canadenses do Skull Fist em junho

Clinger Carlos

Em processo de finalização do novo álbum, “Uranie”, a banda paranaense de Heavy Metal PANNDORA anuncia seu próximo show, após um grande tempo dedicado nos estúdios. No dia 19 de junho, véspera de feriado, dividirão o palco com os canadenses do Skull Fist, em nova turnê pelo Brasil, e também com o Motörbastards, que iniciou como um tributo ao Motörhead e hoje também possui material próprio. O show será realizado no Tribo’s Bar (Av. Cerro Azul, 628), em Maringá/PR, a partir das 20h, com ingressos custando R$ 30,00. O Skull Fist surgiu em 2006 na cidade de Toronto, e logo se destacou com a demo “No False Metal”, seguida do EP “Heavier Than Metal”, iniciando assim uma jornada intensa dentro da N.W.O.T.H.M. (New Wave of Traditional Heavy Metal), que ganhava força ao lado dos também canadenses do Cauldron e dos suecos do Enforcer. Lançado no ano passado, “Way of the Road” mantém o Skull Fist como um dos grandes destaques deste movimento, com a empolgação e energia habituais. E no Brasil coube ao PANNDORA manter o tradicionalismo do Heavy Metal em alta. De seu início em 2000 até agora foram realizados incontáveis shows, lançamentos de EPs, vídeo clipes e o debut “The Heretic’s Box”, culminando agora com “Uranie”, que será lançado em outubro pela gravadora francesa Infernö Records. Renata Paschoa (vocal), Luana Bomb e Rebeca Rastelli (guitarras), Taise Bijora (baixo) e Adrismith (bateria) estão se preparando para a turnê de divulgação de “Uranie”, e muito em breve datas de shows serão anunciadas. Para levar a banda para a sua cidade basta entrar em contato pelo e-mail [email protected]. Confira mais informações sobre o evento: https://www.facebook.com/events/1041173769410326/ Ouça o álbum “The Heretic’s Box Extended” no Spotify: https://spoti.fi/2PKVPYl Contatos: Facebook: www.facebook.com/panndoraband Instagram: www.instagram.com/panndoraband Youtube: www.youtube.com/panndoraband Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Graveyard: entrevista exclusiva antes de desembarcarem no Brasil

Clinger Carlos

Existe uma relação estreita entre a música e os sentimentos vividos outrora. A familiaridade e a vibração no cérebro, reavivam faíscas do que foi vivido no antes. Esse apego ao passado pode tornar difusa a apreciação do que é feito no agora, embaralhando-se com a perspectiva do que já foi. O quarteto sueco Graveyard é uma banda que conhece bem esta relação. Desde os primórdios, o grupo lida com o peso das influências que remetem aos tempos áureos do rock n’ roll e do blues. Alinhá-los a um saudosismo sonoro, no entanto, é no mínimo um desperdício. Há algo de novo e autêntico na forma como o quarteto se desenvolve, aproveitando as lições do passado e aplicando-as em uma nova perspectiva, com elementos próprios. Se esquivando de alguma restante aura do “classic rock revival”, se reinventado em cada disco (já são cinco na carreira, e o mais recente, “Peace”, foi lançado em maio de 2018). Ouvir o Graveyard, portanto, não é uma viagem no tempo. Pelo menos, não pretende ser. Ainda que os acordes emocionais e a voz dolorosa de Joakim Nilsson evoquem os fantasmas do blues, o ouvinte não é transportado a alguma enlameada terra dos pântanos do Mississípi. O berço dessa sonoridade é a gélida Gotemburgo, na Suécia. Acoplam-se a isso as guitarras do hard rock setentista, enfurecida pela insatisfação de quem vive os nossos dias. A incursão lisérgica que une os tempos idos ao agora, dá o tom de uma banda que desafiou a mortalidade e, recém desperta, se recusa a descansar em paz. Auxiliados por um novo batera e pela produção por Chips Kiesbye (Hellacopters, Michael Monroe), os suecos se encontram em turnê promovendo as faixas de “Peace”. Em entrevista via Skype, o baixista Truls Mörck falou, entre outras coisas, sobre o novo disco, influências, carreira e o ressurgimento da banda após o hiato em 2016. E se é por paz que o Graveyard procura nesse disco, é em vida que pretendem encontrar. Vamos começar falando sobre o disco novo? Sim, começamos a compor durante a primavera e gravamos o álbum em Estocolmo no mês de […]