Cinco motivos para não perder Fiddlehead e Rival Schools em São Paulo

O Fiddlehead embarca de Boston para despejar seu post-hardcore pela primeira vez no Brasil.

Com uma energia intensa e letras emotivas, a banda é formada por membros de peso da cena americana, como Patrick Flynn e Shawn Costas, que tocaram juntos no Have Heart.

Como se já não bastasse, eles ainda vão dividir o palco com a lendária Rival Schools, que tem como frontman o lendário Walter Schreifels, que tem no currículo o Gorilla Biscuits e o Quicksand.

Para completar o line-up do dia, temos o Zander, um dos expoentes máximos da cena underground brasileira. Liderados por Gabriel Zander, que tocou “apenas” no Noção de Nada, Discoteque e Deluxe Trio, o quarteto apresenta um show profundo, forte e íntimo.

Completando esse time, temos uma excelente banda da nova geração, o Capote, de Santos. Honrando o legado da cidade da Baixada, o Capote traz um som emo intimista e sincero.

Pra animar e aumentar as expectativas para o show, aqui tem CINCO motivos pelos quais esse dia é imperdível.

1 – Energia ao vivo absurda.
Todas as bandas entregam uma explosão emocional em seus shows.
A junção de peso e melodia presente no dia é algo para marcar na memória.
Enquanto o Fiddlehead entrega aquela intensidade mais crua e emocional, o Rival Schools traz uma pegada mais rock alternativo noventista, cheia de dinâmica, com o Zander trazendo seu show intimista e introspectivo e o Capote dando um ar de respiro da nova geração.

2 – Letras que batem diferente.
As músicas falam sobre luto, crescimento, amizade, relacionamentos, erros e propósito. Não é só pancadaria sonora, são sentimentos reais. Ver essas músicas sendo cantadas em coro transforma o show numa experiência quase catártica e cria uma conexão de identificação e pertencimento.

3 – Representantes fortes da cena hardcore moderna.
Aqui estamos falando da elite, hein. Teremos nesse dia:
Fiddlehead: Patrick Flynn e Shawn Costas, que já passaram por bandas como Have Heart. Rival Schools: Walter Schreifels (Gorilla Biscuits e Quicksand) e Sam Siegler (Shelter, Judge, Youth of Today e Glassjaw). Zander: Gabriel (Noção de Nada, Deluxe Trio e Discoteque), Fausto Oi (Dance of Days, Good Intentions, Eu Serei a Hiena e Ouse Morrer), Guilherme Amato (Dance of Days, Horace Green).

Muita banda boa e essencial para a cena em um dia!

4 – Bandas com grandes trabalhos.
O Fiddlehead, com o Between the Richness, e o Rival Schools, com o United by Fate, apresentam uma aula que vai do post-hardcore ao grunge, com uma sonoridade que oscila entre o peso e a calmaria, flutuando entre as emoções que as letras trazem. O Zander acabou de soprar velinhas de 15 anos para o Brasa, trabalho mais intenso da banda. Os primeiros acordes de qualquer música desse álbum já são o suficiente para o caos no público.

5 – Oportunidade que não se pode perder.
É a primeira vez do Fiddlehead e do Rival Schools no Brasil. Tive a oportunidade de ver muitos dos trabalhos paralelos ao vivo, como Gorilla Biscuits, Quicksand, Shelter, Judge, Have Heart e Youth of Today, e foram shows que marcaram minha vida e minha percepção do que o punk/hardcore pode significar para as pessoas.