Dimmu Borgir é a primeira banda confirmada no Liberation Festival 2026

Crédito: Stian Andersen

Dimmu Borgir, uma das bandas mais importantes do metal mundial, é a primeira atração confirmada no Liberation Festival 2026. Com realização da Liberation Music Company, a apresentação exclusiva no Brasil acontece no dia 12 de dezembro (sábado), no Vibra São Paulo (São Paulo/SP), e marca a volta do festival após oito anos.

Ingressos já à venda: clubedoingresso.com/evento/liberationfest2026.

Formado na Noruega em 1993, o Dimmu Borgir se tornou um dos nomes responsáveis por levar o gênero a uma escala global, incorporando elementos sinfônicos. A banda partiu da agressividade, da atmosfera sombria e do imaginário extremo do black metal norueguês, mas construiu uma linguagem própria ao incorporar orquestrações, corais, teclados, arranjos grandiosos e uma presença visual marcante.

A confirmação do Dimmu Borgir como primeiro nome do Liberation Festival 2026 abre a programação com uma banda de peso histórico. Ao longo de mais de três décadas, a formação liderada por Shagrath e Silenoz lançou discos fundamentais para o metal, como Enthrone Darkness Triumphant (1997), Spiritual Black Dimensions (1999), Puritanical Euphoric Misanthropia (2001) e Death Cult Armageddon (2003), obras que consolidaram sua combinação entre brutalidade, teatralidade, atmosfera sombria e ambição sinfônica.

O retorno ao Brasil acontece também em um momento importante da trajetória da banda. Em 22 de maio, o Dimmu Borgir lançou em todo o mundo o álbum Grand Serpent Rising, pela Nuclear Blast Records.

O trabalho é o primeiro disco de estúdio da banda em oito anos, desde Eonian (2018), e reúne 13 faixas que retomam diferentes fases de sua história, com maior foco no peso orgânico, na força dos riffs e no uso mais pontual das orquestrações.

“Eu realmente sinto que nos superamos musicalmente neste álbum. Foi um processo longo e exigente, mas ver como tudo se encaixou torna isso extremamente recompensador. Grand Serpent Rising carrega ecos de cada capítulo do legado do Dimmu Borgir. Acredito que nossos fãs vão reconhecer isso e encontrar algo que realmente ressoe”, afirma Shagrath, o vocalista.

O disco foi gravado em Gotemburgo, na Suécia, com o produtor Fredrik Nordström, nome ligado a alguns dos registros mais importantes da carreira da banda, incluindo Puritanical Euphoric Misanthropia e Death Cult Armageddon.

Silenoz, guitarrista, explica que Grand Serpent Rising foi pensado como um trabalho de renovação, mas ligado diretamente à história da banda.

“O título se encaixa perfeitamente. O Dimmu Borgir é uma banda leviatânica, em grande escala, e estamos nos erguendo mais uma vez. Embora a serpente represente o mal para alguns, para nós ela simboliza outra coisa: renovação, crescimento, conhecimento e libertação. É como trocar de pele”, afirma o guitarrista.

Desde os anos 1990, o Dimmu Borgir ocupa um lugar singular dentro da música pesada. A banda atravessou a barreira do underground sem abandonar a identidade extrema, levou o black metal sinfônico a grandes palcos e festivais internacionais e construiu uma base de fãs que passa por diferentes gerações do metal.

O Liberation Festival volta em 2026 depois de sua última edição, realizada em 2018, quando teve Kreator e Arch Enemy entre as atrações principais. Em 2017, o evento também recebeu uma edição marcante, com King Diamond apresentando o clássico Abigail na íntegra, além de Lamb of God, Carcass e Heaven Shall Burn.

As demais atrações do Liberation Festival 2026 serão anunciadas em breve.

SERVIÇO

Liberation Festival 2026

Data: 12 de dezembro de 2026

Local: Vibra São Paulo

Endereço: Av. das Nações Unidas, 17955 São Paulo

Ingressos: clubedoingresso.com/evento/liberationfest2026

Fonte: Tedesco Comunicação & Mídia