Foto: Divulgação
Conhecido por ser um guitarrista virtuoso, Paulinho Bahiense demonstra na prática que é totalmente possível fundir a técnica com o feeling. Bahiense convida o público para uma profunda imersão sonora em seu mais recente lançamento, “Wakan Omega”. Sendo o quarto single de sua carreira solo, a faixa quebra os paradigmas do rock/metal instrumental ao promover um encontro inédito e ousado: o peso marcante de uma power ballad em colisão com a calmaria meditativa e os elementos da música New Age.
A essência da faixa reside no seu próprio título, que une duas ricas tradições linguísticas e culturais. “Wakan”, palavra do idioma da nação nativo-americana Lakota (Sioux) que designa o divino, o mistério e o transcendental, funde-se ao termo grego “Omega”, que representa o fim. O resultado é o conceito de “O Sagrado Fim”. Para traduzir essa mensagem em música, Bahiense deixou de lado a “fritação” tradicional do metal instrumental e focou na melodia. Comprovando sua maturidade como compositor, o virtuosismo na guitarra surge apenas como um veículo para a emoção, guiando o ouvinte por uma jornada contemplativa e intensa.
Dois mundos, uma só música
Para materializar essa visão ambiciosa, o projeto exigiu uma equipe de músicos de alto calibre, dividida para representar as duas facetas da canção. Do lado do Metal, o peso foi garantido pelos graves de Nando Mello — experiente baixista do Hangar, Bsides e Noflowers —, acompanhado pelo baterista Ivan Plácido (Side 80 e J4F) e pelos teclados de Gabriel Cardoso (Mister X).
Já o contraponto místico e etéreo foi construído com a maestria do duo Sooman. Rick Satva foi o responsável pelas belíssimas linhas da Flauta Nativa Americana, e também gravou a Tanpura, enquanto Uddhava Dāsa trouxe a sonoridade hipnótica do Sitar. Para completar essa atmosfera celestial, a cantora Roberta Cetra (Jaya Flow) emprestou suas texturas vocais únicas à composição.
Refletindo essa dualidade orgânica, a engenharia de som também recebeu um tratamento híbrido. O próprio Rick Satva ficou responsável por mixar as complexas camadas da seção New Age, enquanto Ricardo Janke, do Studio Sefirot, assinou a mixagem da banda de metal e a masterização final, garantindo que os dois mundos soassem em perfeita harmonia.
Wakan Omega já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Inovação Visual e Música 100% Orgânica
A magnitude do single se estende ao audiovisual com um videoclipe de tirar o fôlego, que expande o conceito indígena e os mistérios por trás de “Wakan Omega”. O clipe abraça a tecnologia através da Inteligência Artificial em um trabalho colaborativo e minucioso de direção de arte. Felipe Bahiense foi o responsável por toda a criação dos prompts e concepção estética gerada por IA, enquanto Paulinho Bahiense assumiu a edição final e a meticulosa sincronia com o áudio.
Apesar da inovação visual, o artista faz questão de frisar: a tecnologia limitou-se ao videoclipe. A gravação da música é 100% orgânica, gravada por músicos reais.
Confira o videoclipe oficial de Wakan Omega no canal de Paulinho Bahiense no YouTube.
FICHA TÉCNICA E SERVIÇO:
Artista: Paulinho Bahiense
Single: Wakan Omega (4º single da carreira solo)
Gênero: Metal Melódico / New Age / Instrumental
Músicos Convidados (Metal):
* Nando Mello (Baixo)
* Gabriel Cardoso (Teclado)
* Ivan Plácido (Bateria)
Músicos Convidados (New Age):
* Rick Satva (Flauta Nativa Americana e Tanpura)
* Uddhava Dāsa (Sitar)
* Roberta Cetra (Ethereal Voice)
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Instagram: https://www.instagram.com/paulinhobahiense/
Fonte: Redação
